7 dicas pra não esquecer das coisas

Quantas vezes você chegou no supermercado e descobriu que esqueceu a lista de compras? Entrou na farmácia e percebeu que não tinha a minima idéia do que foi fazer ? Pior, quantas vezes você esqueceu o aniversário do seu melhor amigo(a)?

Esquecer coisas importantes de vez em quando é normal, acontece com todo mundo, mas esquecer coisas importantes o tempo todo, desculpe, mas é mesmo falta de noção! Sim, falta de noção do quanto isso pode prejudicar a sua vida e a vida das pessoas que você gosta.

Quer parar de esquecer as coisas? A principal dica que posso dar pra é:

Crie o hábito de utilizar uma agenda.Carregue-a sempre com você e acostume-se a anotar tudo. Tarefas, lembretes, compromissos, aniversários, idéias e toda informação que você precisará recuperar em algum momento. A agenda é a melhor memória que uma pessoa pode ter para melhorar sua produtividade no dia a dia. É uma pena, mas muitas pessoas utilizam qualquer pedacinho de papel para anotar informações importantes e não utiliza qualquer tipo de agenda, como demonstra uma de nossas enquetes, respondida por mais de 5000 pessoas. Confira abaixo.

1. Envie a você mesmo uma mensagem. Quando não houver outra possibilidade de registro, “envie-se”uma mensagem de texto , de voz ou mesmo um e-mail. A mensagem ficará registrada até que possarecuperá-la ou transferi-la para sua agenda.
 
2. Utilize uma “caixa de entrada” de anotações. A chave para não esquecer nenhuma ideia ou pensamentoé capturá-los o mais rapidamente possível em uma
caixa de entrada portátil que você mantenha à mão tempo todo. Uma caixa de entrada portátil deve ser pequena, discreta e pronta para uso. Pode ser umgravador de voz, um assistente pessoal digital (PDA) ou um bloquinho de anotações.
 
3. Deixe sua “caixa de entrada” de anotações na cabeceira da cama. Ao dormir nossa mente ainda trabalhaelaborando novas idéias, através dos sonhos ou insights. Se tivermos à mão um gravador, cadernode anotações ou mesmo nossa agenda, este é um bom momento para tirar os pensamentos dacabeça e registrá-los.
 

4. Planeje tarefas rotineiras sempre no mesmo horário.Designe dias certos da semana para fazer certas coisas, como supermercado às segundas, levar a roupa para a lavanderia às terças e assim por diante. O hábito pode ser o melhor amigo da sua memória. Planeje sua rotina diária, semanal e se possível ate mensal! Isso lhe trará mais segurança quanto ao cumprimento das suas responsabilidades.

5. Coloque as coisas num lugar óbvioSempre esquece onde deixou as chaves do carro? Compre um porta chaves e pendure atrás da porta da cozinha ou outro local de fácil acesso, e acostume-se a deixar as chaves quando chega em casa. Coloque um bilhete no espelho do banheiro,te lembrando do remédio que precisa tomar.

6. Amarre um barbante no dedo. bom, bom, essa idéia é antiga e até meio idiota certo? Mas funciona às vezes. Trocar o anel de uma mão para outra, inverter o lado do relógio no pulso etc, pode ajudar quando você precisa lembrar de algo num curto período, por exemplo no espaço de tempo entre sair do trabalho e chegar em casa.

7. Use um Smartphone.Essa é a dica de ouro. Existem centenas de aplicativos voltados à anotações, disponíveis para todos os tipos de smartphones. Além disso, uma vez que seu telefone estará sempre com você, sua agenda ou seu bloco de notas também estarão, facilitando o hábito de anotar tudo e na hora certa. Se você quer saber mais sobre smartphones, faça aqui o downloadgratuito do guia interativo Organize-se com um Smartphone.

O grande Albert Einsten foi certa vez questionado por um reporter: “porque o senhor, que possui uma mente considerada brilhante, precisa de uma caderneta para ajudá-lo a lembrar do seu próprio telefone?” Einsten respondeu: ”pra que vou ficar ocupando minha mente com informações sem importancia, se posso anota-las e depois consulta-las no momento que quiser?”

 

Grande cara esse Einstein!

Organize-se, você pode!

 

 


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Você é um guardador crônico?

Inúmeras pessoas têm sérias dificuldades para se desfazer de obje­tos, roupas, documentos e “coisinhas”. Que jogue a primeira pedra quem nunca olhou um casaco sem uso anos e se perguntou “Será que eu não vou usar mais MESMO?” Sim! O ato de guardar coisas é comum a todos os mortais. O que muda é o grau em que cada um de nós somos guardadores.

A pedido da repórter da Revista do Jornal da Tarde, Marcela Rodrigues, elaborei um teste para descobrirmos, então, em que grau somos guardadores.
Atreva-se a testar seu apego às coisas. Você pode se surpreender

TESTE: É HORA DE JOGAR FORA?
Pense em algo que você tenha guardado e responda SIM ou NÃO:

1. Você usou este objeto nos últimos 2 anos?
2. Ele ainda serve em você?
3. Você ainda gosta do objeto tanto quanto gostava quando comprou ou ganhou?
4. Você ainda aprecia o estilo ou design deste objeto, ou seja, ele tem a ver com sua personalidade e estilo atual?
5. Este objeto é uma recordação familiar, amorosa ou de viagens?
6. Você tem algum motivo legal, prático ou específico para guardá-lo?
7. Você imaginou a possibilidade de que jamais use novamente o objeto?
8. Você se sente confortável e seguro imaginando-se sem o objeto?
9. Você sente mais satisfação em permanecer com o objeto em desuso do que usar o espaço que ele ocupa para um objeto novo?
10. Você pensou que este objeto pode ser um achado incrível para outra pessoa?

Até 3 NÃO Pessoa padrão: normalmente descarta o que não usa mais, porém é ape­gado a alguns objetos.
De 4 a 6 NÃO Guardador: guarda inúmeros objetos mesmo sem ter certeza de que algum dia lhe serão úteis novamente.
De 7 a 10 NÃO Guardador crônico: não consegue se desfazer de quase nada e man­tém por anos a fio objetos sem utilidade.

Autora: Ingrid Lisboa


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5 dicas para viver com simplicidade e organização

O que é simplicidade afinal? Não existe uma teoria sobre o que é ser simples. Isso varia muito de pessoa para pessoaCoisas que são simples pra mim pode não ser pra você. Devemos buscar soluções e alternativas que nos ajude a viver de uma maneira mais simples e organizada, mas sem forçar nossa natureza. O segredo é adotar hábitos que possam contribuir para que a gente alcance o equilíbrio entre nossa vida pessoal e profissional,  de forma prazerosa. Abaixo coloco algumas dicas que podem servir pra você.

1. Faça planos simples – Um plano simples é aquele fácil de ser seguido e que pode ser executado com poucas ações objetivasPor exemplominha meta é ir pra Itália nas férias do ano que vem. Minhas ações poderiam ser: pesquisar qual a melhor época para a viagem, consultar uma agência e escolher o melhor pacote, negociar minha saída de férias na empresa, providenciar os recursos financeiros necessários e organizar a viagem. Esta é uma época propícia para fazer as nossas resoluções de ano novo, mas se não as planejarmos corretamente, corremos o risco de não as realizarmos novamenteVeja aqui o artigo

2. Simplifique seu espaço de trabalho –  Trabalhar num espaço limpo e organizado é fundamental para que possamos manter o foco e ganhar produtividade. Isso não significa deixar tudo arrumadinho ou bonito aos olhos dos outros, mas sim deixar de uma forma que funcione bem pra você. Jogue coisas fora, limpe suas gavetas e organize seus arquivos. Dica: conheça o OZ! Arquivo Mágico. Separe um dia exclusivo para esta atividade e mãos a obra. Veja aqui um guia simples para ajudar você nesta tarefa.

3. Use os recursos digitais a seu favorAssim como uma mesa ou ambiente bagunçado, um computador desorganizado também pode roubar o nosso tempo e prejudicar nossa produtividade. Veja aqui como organizar seu computadorseus e-mails. Considere também a possibilidade de utilizar um Smartphone (Iphone, blackberry, etc) para organizar e simplificar a sua vida. O smartphone pode te ajudar a centralizar todas as informações que você precisa para gerenciar tarefas e atividades, além de oferecer inúmeros outros recursos úteis.

4. Não acumule coisas demaisSimplifique sua vida. Crie o hábito de tirar duas peças de roupa do armário a cada uma nova que comprar. Um armário ou closet entulhado, entre outros problemas, faz com que você perca o controle sobre o que tem e compre coisas desnecessárias. Uma ou duas vezes por mês de uma olhada nas coisas que você não usa mais e separe para doar. Seu vizinho, sua prima ou uma pessoa carente podem estar precisando. Além de roupas, veja também brinquedos, livros, equipamentos esportivos , CDs, Games e todas aquelas bugigangas que caem na sua cabeça quando você abre o maleiro do quartinho dos fundos. Quer uma ideia legal? Deixe algumas dessas coisas que não usa mais no porta-malas do seu carro e ofereça à pessoas carentes quando encontra-las pelas ruas .

5. Concentre-se naquilo que é importante  – Aprenda a fazer uma coisa de cada vez e focar naquilo que realmente importa. O hábito de planejar é importante para ajudar você a ser mais produtivo e evitar o retrabalho. Planejamento não significa necessariamente uma coisa complexa. Uma ótima ideia e que pode facilitar muito a sua vida é utilizar a técnica dos Mapas Mentais. Se quiser conhecer mais acesse esse site ou leia este livro

Organize-se, você pode!

 


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8 Resoluções de Ano Novo que você deveria considerar

Quem bom!  Mais um ano se foi e mais um está chegando. “Neste próximo ano tudo será diferente”, alguns pensam. O problema é que muitas pessoas apenas pensam, mas mesmo possuindo a melhor das intenções, não consegue alcançar suas metas, não consegue colocar em prática aquelas resoluções que definiu. A questão é: por que será que isso acontece, e pior, se repete a cada ano ?

Cada um tem sua própria justificativa não é mesmo? Se você tem uma que seja boa, compartilhe-a conosco, envie um email para mim e sua opinião.
 Na verdade, as razões para deixarmos de fazer algo podem ser muitas e ter diversas origens, mas o que eu posso afirmar é que se você quiser aumentar suas chances de conseguir colocar em prática suas resoluções de ano novo, deve considerar dois pontos:

ATITUDE e ORGANIZAÇÃO
 Apenas tomar a atitude é um grande e fundamental passo, mas sem organização, sem planejamento, a coisa não vai rolar.
 Abaixo descrevo as 8 resoluções de ano novomais conhecidas, mais prometidas e também "mais não cumpridas". Apresento ainda algumas sugestões para facilitar sua execução.

1. Matricular-se em uma academia com saudades do espelho
Dica: Veja nos links abaixo uma lista de academias. Escolha a sua, ligue, informe-se, agende uma aula teste. MEXA-SE!
http://preco2.buscape.com.br/servicos-de-academias.html
http://www.cdof.com.br/academia.htm

2. Fazer uma dieta marcar para iniciar às segundas feiras não tem funcionado não é mesmo
Dica: Procure ajuda, encontre uma motivação que justifique o esforço. Veja estes links
http://minhavida.uol.com.br/HomeMinhaVida.vxlpub
http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/
Organize-se e emagreça
  
3. Fazer aquela viagem que tanto sonha – Se mexa ou vai acabar conhecendo Paris ou Veneza somente pelas fotos!
 Dica: compre revistas, pesquise na internet. Comece a materializar este sonho. Faça um roteiro da viagem que gostaria de fazer, mas no papel, de forma organizada. Faça cotações em agências e tenha uma idéia de quanto iria gastar. Se não tiver dinheiro, defina o valor que pode economizar e o prazo necessário para obtê-lo. Abra uma poupança específica para esta finalidade. Marque na sua agenda datas e ações que vão ajudá-lo a cumprir sua meta. Marque suas férias na empresa onde trabalha.
Dicas para planejar sua viagem
Submarino Viagens

4. Parar de fumar sem comentários
 Dica: neste caso, tomar uma atitude é fundamental. Converse com pessoas que conseguiram parar e encontre uma história inspiradora. Se precisar de ajuda, digite "quero para de fumar" em qualquer buscador, como o google por exemplo, e encontrará dezenas de possibilidades.

5. Quitar todas minhas dívidasnão aumentá-las é um ótimo começo
 Dica: DVD Dívidas nunca mais
5 passos para a saúde financeira
  
6. Aprender alguma coisa nova como falar francês, tocar saxofone, jogar tenis, fazer malabarismo com bolinhas etc –
 Dica: Pesquise , leia mais sobre o assunto. Marque uma data em sua agenda para visitar uma escola, ligar para um curso ou executar as tarefas necessárias para levar adiante seu plano. Faça isso agora!

7. Abrir o próprio negócio
 Ter boas idéias apenas não resolve. Tem que colocar em prática. Veja o site “botar pra fazer”. Começar um negócio entretanto, exige planejamento e alguns cuidados básicos.
 Dica:Você pode conseguir orientação valiosa procurando o Sebrae na sua cidade ou acessando o site do Instituto Empreender Endeavor, onde vai encontrar uma videoteca e uma biblioteca de arquivos muito bacana.

8. Ser mais organizadoessa resolução é minha preferida e acredite, a mais importante
 Dicas: Clique nos links abaixo para conferir:

1. OZ! Arquivo Mágiconunca mais perca papéis e documentos importantes
2. E-book Organização Pessoal – um guia completo para organizar-se com sua agenda
3. Organizadores de armários – organize seus armários de uma vez por todas
4. Cursos de Organização aprenda a organizar-se em casa e no trabalho. Confira nossos programas.
5. Visite a Loja OZ! e veja centenas de produtos, cursos e serviços que podem ajudar na sua organização
6. Adquira o costume de navegar pelo site www.organizesuavida.com.br e você vai encontrar dicas valiosas.

Mas como afinal posso assegurar que eu atinja os objetivos que determinei?

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Defina poucas metas ou resoluções. Fica mais fácil manter o foco.

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Coloque tudo no papel. O simples fato de escrever, reforça o compromisso. Mantenha anotações atualizadas em sua agenda ou organizador pessoal.

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Coloque lembretes em sua agenda, distribuídos pelos próximos meses. Use alarmes se possível.Não possui agenda? Compre uma. Isso é fundamental. Veja aqui uma tabela para ajudá-lo a escolher.

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Marque uma data. Resoluções sem data definida para acontecer, tem uma grande possibilidade de não se realizar. Defina sempre quando

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Escreva um "passo a passo".Junto com a definição da sua resolução, escreva as tarefas necessárias ou como pretende fazer aquilo acontecer. Por exemplo, se sua meta for, Viajar para Itália no final do ano que vem. Você deve: 1. Ligar para uma agência de turismo e saber preços e condições,  2. Se não tem dinheiro, definir quanto economizar por mês e abrir uma aplicação específica para isso,  3. Conversar com pessoas que viajaram, recolher dicas e idéias inspiradoras. 4. Programar suas férias no trabalho. E assim por diante.

http://www.organizesuavida.com.br/shop/imagemens1/bullet_artigos.jpg Pense à frente. Não faça sua resolução no dia do ano novo apenas. Feito desta forma a resolução irá refletir apenas um momento particular. Tente separar um tempo calmo e tranquilo, com antecedência.

Seja realista. Defina metas e objetivos que possam ser cumpridos. Não adianta por exemplo, resolver que nunca

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Organize Home
Saiba como organizar sua casa, facilitar a sua vida doméstica e otimizar o seu espaço. A maioria das donas de casa se queixam de falta de espaço mas a falta de organização representa mais de 50% das causas da desordem e de vários outros problemas domésticos.


Organize Office
Veja dicas para organizar sua agenda, suas tarefas e ter mais produtividade e bem estar no trabalho. A falta de organização está diretamente relacionada com o retrabalho, stress, prejuízos financeiros, ineficiência, a incapacidade de gerenciamento do tempo.

Como se organizar para obter uma dieta balanceada e qualidade de vida

Cuidar da saúde é importante e a boa alimentação é essencial para esse cuidado. Veja as dicas da Dra.Andrea Morales, nutricionista consultada pela OZ!, organize sua dieta e ganhe em qualidade de vida.

Alguns alimentos que devem sempre ser incluídos em sua lista de compras:

1. Frutas frescas: todas da época, também água de coco;
2. Variedade de vegetais de todas as cores;
3. Carnes: bovina, aves, peixe, frescos e com baixo teor de gordura;
4. Incluir: grãos integrais, castanha de caju, gergelim, semente de abóbora ou de girassol pelo alto teor de nutrientes saudáveis;
5. Brotos, grãos germinados (clorofila) também podem ser inclusos para ser consumidos com suco de frutas;
6. Chás naturais de ervas: ex – camomila, erva-doce, hortelã, erva cidreira;
7. Usar, se necessárioaçúcar mascavo com moderação, em caso de suspensão do açúcar por motivos de saúde ou por preferência, usar adoçante a base de stevia;
8. Margarina sempre sem gordura trans e óleo de girassol ou canola são mais saudáveis.

Alguns benefícios de uma alimentação balanceada:

1. Revitalização física;
2. Aumento da resistência imunológica;
3. Melhora da estética corporal, bem como, pele, unhas e cabelos;
4. Melhora o funcionamento digestivo;
5. Beneficia as funções orgânicas, inclusive o coração, prevenindo doenças.

Autora:
Dra. Andrea Abreu  Morales
CRN 10663
Nutricionista e Esteticista
Pós-graduada USPAtividade Física, Saúde e Envelhecimento
 


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Benefícios da organização

Uma das tarefas mais complicadas para muitas pessoas é manter-se organizado, pois com a grande quantidade de coisas que as pessoas têm para fazer hoje em dia, é cada vez mais difícil encontrar tempo para deixar cada coisa em seu lugar. Mas, essa não precisa ser uma meta inatingível, deixar as coisas em ordem pode ser fácil e até mesmo divertido com a ajuda de um organizador.

Por que devo manter minhas coisas organizadas?

Com as rotinas cada vez mais atarefadas que as pessoas vivem nos dias de hoje, manter-se organizado é essencial para conseguir dar conta de tudo o que se tem a fazer sem atrasos e otimizando o tempo. Para se tornar uma pessoa organizada o primeiro passo é organizar nossa casa e nosso ambiente trabalho, isso é muito importante porque muitas vezes a organização pode ser um grande diferencial para aumentar a produtividade e a eficiência nos afazeres profissionais e pessoais, o que pode até ser um fator determinante na diminuição do estresse diário.

Uma pesquisa americana concluiu que a bagunça física gera bagunça mental, ou seja, quanto mais organizado o ambiente ao seu redor, mais chance você tem de ser mais produtivo.

Outra conclusão da pesquisa diz que pessoas organizadas são promovidas com mais frequência do que aquelas que vivem no meio da bagunça.

Qual a melhor forma de me organizar
Alguns especialistas em organização acreditam que cada pessoa deve desenvolver um método próprio para se manter organizada, afinal cada um tem seu método pessoal para realizar tarefas, e a utilização de uma fórmula padrão pode não funcionar para a maioria das pessoas.

Algumas dicas de organização porém, costumam ser bastantes úteis para ajudar no desenvolvimento desse método. Por exemplo, é essencial definir um critério para a organização de cada coisa, ou seja, definir se elas serão separadas por função, ou por freqüência de uso, ou por que as utiliza, enfim, o critério que melhor se adequar a situação.

Além disso, alguns procedimentos como rotulação e identificação também costumam ajudar muito na organização, principalmente de papeis ou          caixas.

A OZ! disponibiliza cursos de organização, e-books e cursos online para ajudar você a se organizar. Boa sorte!

 


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Pensamento positivo – limitações e adequações

Há algum tempo um cliente e amigo perguntou-me sobre um dos maiores clássicos sobre o assunto, um livro chamado “O Poder do Subconsciente” de Joseph Murphy… Familiar às gerações que hoje possuem trinta anos ou mais – um dos precursores da chamada literatura de auto-ajuda juntamente com “A Lei do Triunfo” de Napoleon Hill. Mesmo parecendo simples e óbvia a importância do pensamento positivo, creio que esteja na hora de uma reflexão um pouco mais cuidadosa sobre o assunto, pois nada, absolutamente nada, pode ser considerado absoluto ou definitivo!

Justiça seja feita, dois importantes trabalhos que guiaram incontáveis pessoas em direção ao brilho do desenvolvimento interior e materialização de sonhos dos mais fantásticos! Eu mesmo fiz uso do primeiro livro e seus valiosos ensinamentos para lidar com várias dificuldades emocionais, culturais e psicológicas em vários contextos, especialmente no esporte de competição (tênis) há quase vinte e cinco anos atrás!

No entanto, dessa vez, quando respondia a pergunta daquele amigo, considerei importante fazer algumas observações que lhe permitissem extrair de tais livros apenas aquilo que lhe fosse útil, respeitando a evolução da ciência do comportamento e as necessidades atuais da mente humana.

Embora eu goste de crer que a sabedoria seja atemporal, nunca se tornando desatualizada, os métodos que os servem para atingí-la certamente mudam com a evolução de nossas mentes, amadurecimento de nossas emoções e desenvolvimento de nossas culturas. Como discípulo de Carl G. Jung, um de meus mestres descobriu duas novas categorias de sonhos quando buscava reproduzir uma pesquisa empreendida por Jung apenas uma ou duas gerações antes! Concluiu que, mesmo nesse curto período, a mente humana já havia evoluído mais um pouco.

Creio que sempre que uma forma de pensar ou estratégia mental seja insistentemente exercitada ou repetida, provavelmente torne-se automática, condicionada e inconsciente – e exatamente aqui reside o maior perigo do pensamento positivo, especialmente porque não somos máquinas! Talvez você concorde comigo que qualquer tipo de padronização, tão valiosa na cultura da produção industrial de alta qualidade, pode ser muito perniciosa no que diz respeito ao amadurecimento emocional, psicológico, mental e espiritual humanos.

Pense bem, se você também crê que existe Algo ou Alguém que criou esse mundo, que também gosto de chamar de Providência (para escapar de visões antropomórficas e preconcebidas), certamente a criação da diversidade não teria como finalidade a padronização, você concorda?

Ao encontrar com o Grande Juiz (se assim pudermos admitir para ilustração), no final de seus dias, certamente ele não perguntaria a você, como nossos pais tinham o hábito de questionar, por que você não foi mais parecido com fulano? Por que não fez as coisas como Cicrano faz? NÃO, certamente não! Provavelmente você ouviria uma pergunta parecida com alguma das seguintes: “Por que você não cumpriu melhor o destino que reservei a você?”. Ou talvez, “Por que você não viveu mais como devia ser a sua vida?”; “Por que não seguir mais o próprio caminho?”. Creio que o Criador da diversidade não esperaria uma grande padronização!

Essa rápida reflexão é um enfático convite à descoberta de nossa própria individualidade, para cujo caminho, pode não haver um mapa pronto ou um manual de instruções já elaborado, pois talvez, como em muitos exemplos na humanidade, ninguém ainda tenha trilhado o seu caminho! Vou utilizar-me agora de alguns exemplos que possam estimular a coragem de cada um em buscar a sua própria forma de ser nesse mundo, sem esperar que alguém lhe diga o que deve fazer em cada momento de sua vida.

Desde a época em que cursava a faculdade, começou lenta, mas progressivamente, a aparecer uma série de lesões de pele em meu corpo. Consultando médicos, realizando repetidos exames laboratoriais, recebi sempre o diagnóstico convicto de que eu tinha micoses e fungos na pele… Foram anos de tratamentos com diversos medicamentos e pomadas diferentes que, sempre que terminavam as dosagens indicadas, os problemas de pele voltavam!

Desde criança, tive muitas aftas e, na juventude, gastrite e dores de estômago… Posteriormente inflamações intestinais, e infecções até a manifestação de amebíase… Sempre tratados com orientação médica convencional e nenhum resultado definitivo! Com vinte e poucos anos, tive uma lenta e gradual perda auditiva, com inflamações ocasionais e acúmulo de cera nos ouvidos que os tampava e exigia grandes lavagens em consultórios médicos especializados…

Apenas com trinta e cinco anos descobri, juntando várias peças desse grande quebra-cabeças de quase trinta anos, que o leite me fazia muito mal! Parei de consumir o leite bovino e seus derivados e, surpreendentemente, todos os meus problemas com aftas, estômago, intestinos, ouvidos e pele, desapareceram por completo sem medicamento algum!

De forma semelhante, eliminei a oleosidade excessiva de minha pele e dos poucos cabelos que restavam, parando de utilizar “shampoos” e sabonetes para tomar banho! Não pretendo utilizar esse depoimento como uma prescrição de mais comportamentos condicionados, pelo contrário, serve apenas como um exemplo vivo do longo e lento trabalho e esforço dedicados a buscar e encontrar minha própria solução para os problemas que possuía. Estamos aqui falando sobre o resgate de nossa própria forma de ser, sobre auto-conhecimento, auto-descoberta, auto-respeito e auto-estima, para os quais não existem fórmulas prontas, mas sim, a constante atitude e prática da auto-observação e a compreensão de que, embora irmãos da mesma espécie, somos únicos!

Dessa forma, sempre que ouvirmos que o nosso problema, seja ele qual for, não possui solução, saibamos que tal conselheiro está falando de sua própria ignorância em relação ao nosso caso: então caberá a nós encontrar a solução!

Embora possa parecer um tanto arrogante e presunçoso, creio que a Providência não teria criado, juntamente com sua Grande Obra, as sombras, os medos, as angústias e os problemas de um modo geral, se eles não tivessem alguma utilidade! Acredito ainda que esses mesmos maus sentimentos e dificuldades, em relação aos quais existe tanto preconceito e discriminação, possuem uma finalidade que comparo à casca de um ovo fecundado: servem para proteger o filhote de ave enquanto ainda não está suficientemente maduro para enfrentar o mundo… Sem a casca do ovo não há meio de nascer um novo pássaro (ou outro animal ovíparo). Evidentemente, mais cedo ou mais tarde sua casca será naturalmente rompida, no tempo adequado, caso contrário asfixiará o jovem animal!

Tais analogias podem nos ajudar a aceitar com mais coragem e resignação algumas condições de nossa existência, de modo que possamos desde o início, evitar algumas justificativas, um tanto desatualizadas, para nossa compreensão atual do poder da mente humana. Os resultados de uma pesquisa sobre o assunto, podem ser bastante úteis enquanto vamos montando esse quebra-cabeças sobre o pensamento positivo.

Foi feita uma pesquisa em uma universidade americana na área de psicologia comportamental com as seguintes características (cenário): um rapaz com material escolar em mãos mantinha-se próximo a uma máquina copiadora em uma biblioteca universitária e, toda vez que a fila de pessoas que aguardavam a vez para tirar cópias atingia cinco candidatos, ele se aproximava do primeiro da fila e pedia para passar à sua frente!

Na primeira fase do experimento, esse pesquisador se identificava ficticiamente como estudante, pedia a licença para “furar a fila”, justificando que seu professor o enviara com urgência para fazer as cópias, pois dependia desses materiais para uma atividade didática (quem sabe, uma prova). Nessa fase, obteve permissão para passar à frente em 70% dos casos.

Na segunda fase, com as condições iniciais semelhantes, pedia licença ao primeiro da fila, mas não apresentava nenhuma justificativa. Apenas pedia: “Posso passar à sua frente?”. Aqui obteve permissão em 40% das ocasiões. Se analisássemos a experiência apenas até aqui, provavelmente tiraríamos algumas conclusões precipitadas.

Curiosamente, o resultado da terceira fase apresentou uma dimensão da estrutura de nossas decisões, talvez ainda impensada: ao pedir para realizar sua tarefa antes do primeiro da fila, como nas ocasiões anteriores, oferecia uma justificativa completamente “non sense” (absurda), como por exemplo: “Deixe-me tirar estas cópias na sua frente porque hoje vai chover, e os jacarés não poderão tomar sol”. O resultado foi impressionante: 70% das pessoas permitiram que o rapaz se antecipasse na tarefa de tirar cópias.

Essa pesquisa parece sinalizar um hábito bastante comum em nossa cultura: a aceitação dos “porques” e o vício de se encontrar uma justificativa para tudo! De fato, muitas vezes, pouco importa a precisão da análise ou o compromisso com a verdade: “Foi assim porque…”; “É isto pois…”; “Será desta forma porque…”. Como se realmente as verdadeiras relações causais, no universo da experiência humana, fossem assim simples. Um dos exemplos mais comuns é o próprio embasamento de teorias que, estruturadas em dois ou três níveis de complexidade (isso porque aquilo, aquilo porque…), servem para estabelecer crenças científicas que, às vezes, levam anos para serem contestadas pelo seu absurdo ou miopia cognitiva (vide incontáveis exemplos na história da ciência)

Sendo assim, como poderíamos adotar sempre a mesma atitude em diferentes contextos? Respostas semelhantes para estímulos diferentes são o primeiro sintoma da rigidez! De fato, o pensamento positivo enquanto hábito para enfrentar maus pensamentos ou maus sentimentos próprios, pode parecer-se com a atitude do inocente, tão comum em nossa cultura, de insistência em ignorar os sinais e as evidências que estão debaixo de nossos narizes, muitas vezes, apontando para soluções ignoradas deliberadamente, por questões de ‘miopia emocional ou mental’, comodidade ou desinteresse!

Bem, para lidarmos com segurança e respeito com esse assunto, vou apresentar algumas idéias que me ocorrem sempre que trato dessa questão. Principalmente porque muitas pessoas falham miseravelmente em utilizar o pensamento positivo para lidar com suas sombras e acabam concluindo que têm mais problemas do que realmente têm! A primeira peça do nosso quebra cabeça é reconhecermos que nosso senso ético e de justiça talvez não sirva mais para lidarmos com as tensões da atualidade, elegantemente apresentado num filme chamado “Conan, o bárbaro”.

Resumidamente… Um garoto, na época dos bárbaros tem sua aldeia destruída, seu pai assassinado junto com outros aldeões e, presencia sua mãe sendo friamente decapitada, além de ser capturado como escravo ainda com aproximadamente dez anos de idade! Torna-se uma fera humana, gladiador, até sua libertação. Daí então, parte em busca de seu algoz em direção ao fim do mundo.

Depois de longas caçadas, duelos e várias aventuras, finalmente, frente-a-frente com o objeto de sua vingança, o criminoso desarmado, ouve ainda antes de decapitá-lo: – “Meu filho… Graças a mim, você se tornou o homem mais poderoso do mundo” (ou algo assim) – fica implícito que o ódio que cultivou durante toda a sua jornada foi o seu maior mestre ou guardião de seus ideais, e porque não, sua visão ‘positiva’ de seu futuro, isto é, a derradeira vingança que lhe pacificasse a alma! Nem de perto pretendo adotar tal visão, exceto naquilo que simbolicamente ela pode nos ensinar sobre o assunto que tratamos.

A segunda história é sobre um antigo mito hindu, facilmente referenciado na cultura cristã, quando admitimos que o Maior Vilão da História, o diabo, fora um elevado e dedicado anjo da hierarquia divina! Partamos da premissa que tal cultura trata a reencarnação como verdade quase que dogmaticamente. Pois bem, esse mito é a história de um ser de grande elevação espiritual que quase completara sua jornada espiritual para residir definitiva e eternamente na presença de Deus. Entretanto sua jornada ainda não estava totalmente completa, faltavam-lhe seis vidas para atingir o ápice da evolução. Evidentemente, em cada uma delas viria para realizar aquilo para o que tinha sido educado ao longo de tantas existências. Além disso, em cada vida como ser humano, não teria consciência de sua graduação e poder espirituais, nem da proximidade ou presença de Deus.

Entretanto, Deus lhe fez uma proposta (vide as propostas e negociações ao longo de toda a história da religião ocidental) para que escolhesse: poderia completar sua evolução vivendo aquelas seis vidas de direito ou, apenas uma, se estivesse disposto a assumir o papel de grande destruidor e inimigo de Deus! Na tentativa (seguramente condenada ao fracasso) de combater a Criação, incorporando o papel do Maior Vilão, ele aprenderia todas as lições que faltavam e que lhe exigiriam as últimas seis vidas de boas ações! Aproveite essa oportunidade para observar como tal argumentação aqui proposta pode produzir algumas tensões em você, especialmente, se tiver algo de importante para aprender aqui!

Certa vez, um motorista de táxi comentou algo interessante comigo, que era muito fácil amar um bom filho! Ele considerava um verdadeiro triunfo se um pai ou uma mãe fossem verdadeiramente capazes de amar um filho mal! De fato, nossa ética e juízo simplificados são muitas vezes desafiados pelas situações de vida, que acabam nos ensinando que não é possível termos apenas um peso e uma medida para avaliar a realidade…

Numa outra ocasião, conversando com um cidadão que acreditava que a única solução para se livrar de sua avançada síndrome de pânico (tomava três medicamentos para controlar os sintomas: dois com faixa preta e um com faixa vermelha!), era matar o seu próprio padrasto, fiz-lhe algumas perguntas para esclarecer melhor a situação. Perguntei-lhe o que obteria com tal gesto e ele respondeu que poderia viver em paz com sua mãe novamente… Então prossegui em minhas perguntas em busca de identificar os ganhos de cada uma de suas intervenções, e suas respostas revelaram a seguinte cadeia de intenções: resgatar sua felicidade; poder se curar; poder voltar a trabalhar; ser útil aos outros; cumprir seu destino; poder morrer em paz; poder começar tudo novamente; construir uma vida digna; resgatar o seu amor próprio; constituir família; ser feliz…

Perceba que ele não desejava verdadeiramente cometer um crime! Havia uma cadeia de frustrações sucessivas que tinham decorrido de sua intenção simples e pura de ser feliz! Havia uma motivação genuinamente boa escondida por detrás de sua agressividade e desejo de violência… Num caso como esses, síndrome de pânico ou semelhante, não há pensamento positivo que resolva, devido à grande quantidade de elos dessa corrente de intenções frustradas pelas condições de vida que afastam o portador do contato consigo mesmo!

Um outro seriado de televisão, muito assistido na década de setenta, traz outra ‘pérola’ para nossa reflexão: Kung Fu. Um garoto órfão, mestiço, é inusitadamente adotado por uma comunidade budista de um templo Shao Lin. Os filmes tratam especialmente de sua educação na virtude e nas artes marciais e suas aventuras na América do início do século vinte. Certa vez, o garoto se aproxima de um de seus mestres no monastério e lhe pergunta a razão de a entrada dos templos budistas serem guardadas por estátuas e esculturas tão feias e assustadoras (pelo menos para os nossos padrões ocidentais) quanto aqueles cachorros, tigres e dragões chineses. “Por que figuras tão feias e assustadoras estão nas portas de lugares tão nobres onde se cultivam a verdade, a virtude, o conhecimento e a elevação espiritual?”.

E a resposta simples e contundente de seu mestre, foi que tais estátuas eram verdadeiras guardiãs dos templos e estavam lá para afastar aqueles que se preocupavam apenas com as aparências! Se considerarmos que, qualquer gesto ou ação humana estão sempre sustentados por alguma intenção pura e positiva em sua essência, como a ciência do comportamento tem comprovado, então o julgamento simplificado do que é bom ou ruim, antes do reconhecimento da força psicológica que deu origem, e sua consequente tentativa de afastamento (do mal aparente), pode na verdade criar verdadeiros “marginais” interiores!

Levando em conta essas dimensões e identidades interiores, vítimas de julgamentos precipitados, marginalizadas e ainda oprimidas pelo pensamento positivo que não lhes dá abertura para expressarem suas verdadeiras intenções positivas, podemos com isso criar verdadeiras cisões interiores ou “amputações” de sentimentos originalmente genuínos e importantes para o amadurecimento da psique humana. Nesse sentido, o pensamento positivo, utilizado como hábito ou condicionamento, pode ser “criminoso” e injusto para com nossa própria essência, além de ser, certamente, um “adiador” da compreensão profunda e da prática da auto-compaixão! Apropriado apenas para as fases de amadurecimento nas quais não tenhamos ainda condições de “enxergar” através das aparências. Nesse sentido, o pensamento positivo pode ser tão útil e tão nocivo quanto como a casca do ovo para o pintinho, serve para proteger sua integridade até certo ponto, a partir do qual deverá ser transcendido ou “quebrado”!

Conclusão

Partindo de uma valiosa constatação de grandes mestres e sábios, que admitem que o mundo em que vivemos é apenas uma projeção de nosso mundo interior, podemos talvez concluir que a violência e a marginalidade em nossa civilização sejam consequência inequívoca de nossa atitude para com nossos maus sentimentos e pensamentos! Assim, talvez tenha chegado a hora de resgatarmos nossos “marginais interiores” de modo que aprendamos a verdadeira arte da compaixão e do amor próprios, fundamentais para que estejamos aptos a reconstruir esse mundo, com tantas diferenças e tanta violência, criado por nossas próprias atitudes de tentar ignorar a contribuição de cada indivíduo, irmãos na espécie humana!

Sugestões

Para iniciar essa jornada interior de alguns “escorregões” e incontáveis descobertas, é importante que você esteja devidamente preparado para enfrentar a si mesmo. Sugiro especialmente que, se desejar empreendê-la, comece lendo os seguintes livros abaixo, importantes leituras e idéias que nos permitem compreender essa significativa etapa de construção e conquista de nossa individualidade e resgate de nossa responsabilidade de viver bem!

Sugestões para leitura:

* Amit Goswami – “O Universo Autoconsciente” – Rosa dos Tempos
* Brian Swimme – “O Universo é um Dragão Verde” – Cultrix
* Carol S. Pearson – “O Despertar do Herói Interior” – Pensamento
* Connirae Andreas – “Transformação Essencial” – Summus Editorial
* Fritjof Capra – “A Teia da Vida” – Cultrix
* Fritjof Capra – “Sabedoria Incomum” – Cultrix
* Jay Haley – “Terapia Não Convencional” – Summus Editorial
* Joseph Campbell – “O Herói de Mil Faces” – Pensamento
* Joseph Campbell – “O Poder do Mito” – Cultrix
* Joseph Campbell – “Para Viver os Mitos” – Cultrix
* Marilyn Ferguson – “A Conspiração Aquariana” – Nova Era
* Walther Hermann – “Motivação Poderosa” – Col. Histórias que Libertam – ed. do autor
* Walther Hermann – “Renascendo das Cinzas I” – Col. Histórias que Libertam – ed. do autor
* Walther Hermann – “Renascendo das Cinzas II” – Col. Histórias que Libertam – ed. do autor
* Walther Hermann – “A Força do Dragão I – Superando o Medo” – Col. Histórias que Libertam – ed. do autor

Fonte: Walter Hermann
http://www.mapasmentais.com.br
IDPH – Instituto do Desenvolvimento do Potencial Humano

 


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