Dicas de como se comportar com um deficiente auditivo

* A primeira coisa é entender que um surdo não parece deficiente. Somente ao falarmos com ele é que notaremos sua surdez;

* Não é preciso falar gritando. Isto poderá, até, dificultar principalmente para os que têm surdez leve ou média. O som muito alto às vezes prejudica a dicção e dificulta o entendimento por parte do surdo;

* Fale diretamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela. Muitos surdos podem "ler" o que você está dizendo com seus lábios, e não falar diretamente poderá impedir esta leitura;

* Não fale com o surdo ou o chame pelas costas. Será impossível para ele perceber que está sendo chamado;

* Aplique a linguagem corporal, quando for necessário. Faça com que o surdo vire de frente para você e tente explicar o que deseja;

* Tente não ficar de frente para a fonte de luz (como por exemplo uma janela), pois assim fica difícil ver seu rosto que poderá ficar como uma silhueta na luz;

* Se você souber alguma linguagem de sinal, tente usá-la. Se o surdo não entender, ele avisará e sua tentativa será bem recebida;

* Incentive o surdo a usar aparelhos que possam melhorar sua audição. Alguns não são bonitos, mas podem trazer grandes benefícios mesmo com um pequeno prejuízo de estética.

 


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Como planejar e organizar a casa para pessoas especiais

Moradias ou ambientes de trabalho exigem adaptações específicas a cada tipo de necessidade especial. Segundo cálculos realizados no fim da década de 60 pela National Comission on Architectural Barriers to Rehabilitation of the Handicapped (Comissão Nacional em Barreiras Arquitetônicas para a Reabilitação de Deficientes).

A uma construção adaptada desde o início às necessidades de pessoas especiais custa cerca de 1% mais do que um projeto convencional. Já uma reforma posterior com o mesmo objetivo custaria cerca de 25% sobre o valor inicial da obra. A proposta do design universal, também conhecida em inglês por termos como "health house" (casa saudável), "flex house" (casa flexível) e "lifetime home" (casa para a vida inteira), prevê a praticidade, conforto, autonomia e segurança no uso do ambiente em questão por pessoas de qualquer idade, sexo e condição física. O conceito surgiu na década de 90 nos Estados Unidos.

Além das normais relacionadas à construção, o design universal também prevê a adoção de um mobiliário que permita sua utilização por diversos tipos de pessoas, incluindo as deficientes físicas. Atualmente, o número de itens que se adapta a esse conceito é bastante extenso, incluindo os que minimizam esforços manuais e acidentes. Veja alguns exemplos:

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Iluminação
A vida dos deficientes visuais, por exemplo, muitas vezes é imensamente facilitada com a troca das lâmpadas convencionais por outras mais fortes.
Outra opção é filtrar a luminosidade por meio de cortinas ou outras ferramentas que diminuam o ofuscamento visual.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Pisos
A regra é simples: manter os pisos limpos e sem desníveis ou irregularidades.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Portas
Para os deficientes físicos e usuários de cadeiras de rodas, as portas devem ser largas o suficiente para permitir sua passagem. Lembrar que eles também precisam trafegar de um cômodo a outro no interior da casa, então o quesito largura se aplica a todas as portas.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Banheiro
Deve haver espaço para se colocar a cadeira ao lado e fazer a transferência. No Box deve haver um banquinho firme na parede e corrimão para apoio.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Eletrodomésticos inteligentes
Como ferros de passar roupa programados para desligar de forma automática.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Softwares
As pessoas com necessidades especiais já têm à mão uma grande quantidade de opções que permitem a organização eletrônica de suas atividades pessoais ou profissionais. Para chegar a elas, o deficiente físico pode instalar, por exemplo, softwares que atendem ao comando de voz e podem até mesmo responder ao usuário por meio de um sintetizador de voz.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Escolas e oficinas especializadas
Há maior integração com a família para proporcionar orientação e apoio de maneira informal.
Geralmente existem oficinas pedagógicas. Nesse local são trabalhadas habilidades motoras básicas e são descobertos interesses dos aprendizes. Nelas, seu filho estará em contato com diversos materiais diferentes, ferramentas e equipamento simples, que poderão experimentar sem compromisso com a produção.
Existem, também, as oficinas protegidas de trabalho, locais que provêm trabalho protegido para pessoas portadora de deficiência mental.

Fonte: Sônia Falcão, terapeuta ocupacional.

 


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Introdução Família > Pessoas Especiais

Pessoas portadoras de necessidades especiais precisam de cuidados e de organização igualmente especiais. A residência deve ser preparada para atender suas necessidades e, com um pouco de bom senso e orientação técnica, é possivel compor ambientes funcionais e organizados para que todos tenham um convívio harmonioso e prático.

Tendo em conta que as deficiências podem ser fisicas ou mentais, existem diferentes métodos organizacionais a serem aplicados, desde a disposição das roupas nos armários até a que altura o telefone deve estar. Acessórios e móveis adaptados devem ser considerados ao planejar a organização destes espaços para facilitar as atividades cotidianas das pessoas portadoras de necessidades especiais.

Nesta seção você tem dicas de especialistas sobre como se organizar e tornar seu dia-a-dia mais fácil e agradável.

 


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Como escolher um carro para pessoas especiais

As pessoas especiais podem adquirir veículos novos ou usados. Mas antes de comprar, deve ser feita uma análise minuciosa, dando ênfase para os seguintes detalhes:

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Altura do veículo e do banco do motorista – a altura irá influenciar diretamente nas transferências(entrar ou sair do veículo). Se for muito alto ou muito baixo, dificultará ou tornará impossível as transferências com ou sem o auxílio de tábuas, ou ainda em transferências com o auxílio de duas pessoas.
O ideal, é que a altura do banco do carro seja o mais próximo possível da altura do assento da cadeira de rodas.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Abertura da porta do motorista – a abertura da porta também influencia nas transferêcias. Quanto maior for o seu ângulo de abertura, mais fácil será para fazer as transferências, pois será possível ficar bem próximo ao banco.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Altura do volante – um volante muito baixo, pode atrapalhar na montagem das adaptações do acelerador e freio, que ficam fixadas abaixo da coluna do volante.
Isso também, pode dificultar a passagem das pernas em uma transferência, além de dificultar na acomodação das mesmas.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Largura das portas – a largura das portas é mais um item que pode dificultar nas transferências. Veículos com quatro portas ou portas muito estreitas podem não apresentar espaço suficiente para que uma pessoa se transfira.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Peso do volante e freios – veículos sem direção hidráulica ou com direção hidráulica muito pesada dificultarão a dirigibilidade desde as manobras, até as curvas mais abertas, pois, durante a maior parte do tempo ou em sua totalidade, as pessoas dirigirão com apenas uma das mãos no volante, pois a outra estará controlando o acelerador e o freio.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Porta-malas – é importante que o porta-malas acomode pelo menos a cadeira de rodas, ou aparelhos e equipamentos essenciais à locomoção e/ou bem estar da pessoa.

 


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Como adaptar o veículo para pessoas especiais

Conforme o nível da lesão e o grau de comprometimento dos movimentos e força, uma pessoa necessitará de determinados equipamentos para dirigir, pois as adaptações devem ser desenvolvidas de acordo com as diferentes necessidades.

Os trabalhos de adaptação deverão ser feitos por profissionais especializados, com conhecimentos em lesão medular e seus comprometimentos. Existem alguns profissionais no mercado e, caso não atendam as solicitações e necessidades, não hesite em procurar outro. Qualquer veículo pode ser adaptado, desde os mais simples e acessíveis, até os mais caros e sofisticados. As adaptações também variam muito de preço, sofisticação e tecnologia.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Volante
Poderão ser utilizadas uma espécie de alça para encaixe da mão ou, encaixes de dois ou três pinos, onde serão encaixados o punho e/ou dedos. Um pomo giratório(espécie de bola achatada), também poderá ser utilizado, caso exista alguns movimentos de dedos. Todas estas adaptações são presas ao volante e giram sob seu próprio eixo, possibilitando todas as manobras.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Freio e acelerador
Para estes comandos, pode ser utilizada uma única alavanca que, quando puxada para traz, acelera o veículo e, quando empurrada para frente, aciona o breque. Existem outros meios para executar tais tarefas, mas o citado é o mais simples e barato e também requer pouca manutenção. Para ajudar e facilitar a dirigibilidade para pessoas com fracos movimentos de extensão dos braços, a alavanca poderá ser alongada em direção ao corpo da pessoa, ficando mais próxima.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Breque de mão
Existe uma forma bem fácil e prática para soltar e acionar este breque para carros de passeio. Com cuidado e destreza, batendo com mão no botão do breque, a alavanca descerá. Para acioná-lo, encaixando a mão na alavanca uma pessoa poderá puxá-la. Caso estes métodos não sejam possíveis, poderão ser feitas adaptações para soltar e acionar os freios, através de "alças" para acionamento e diferentes métodos para soltá-lo.
Dica: o câmbio automático possui a posição P – Parking, que trava o carro na posição de estacionamento. Tal artifício deve ser utilizado com cuidado, somente com o carro parado, afim de não estragar o câmbio.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Demais comandos
Os diversos botões para acionamento dos controles dos vidros, espelhos, faróis, seta, travas e outros, poderão ser adaptados de acordo com as necessidades e conveniência.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Veículos com câmbio automático
Em um veículo com câmbio automático, a única adaptação que uma pessoa com paraplegia irá precisar, será a alavanca para freiar e acelerar, se constituindo na mais simples e acessível(baixo custo) e com manutenção praticamente nula. Algumas pessoas utilizam o pomo giratório, pra auxiliar nas curvas e manobras. Também poderão ser utilizados aceleradores localizados no volante, com acionamento mecânico, elétrico ou eletrônico, mas assim o custo sobe.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Veículos com câmbio mecânico
Nos veículos com câmbio mecânico, a embreagem deverá ser automatizada, através de sistemas que, com o toque da mão no câmbio ou pressionamento da alavanca de freio, o pedal da embreagem seja acionado, deixando o carro pronto para receber ou desengatar as marchas. Ao acelerar, o pedal da embreagem sobe, dando o movimento ao veículo.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Controles alternativos diversos
Existem algumas adaptações que "trazem" os controles dos faróis, seta, buzina, limpadores de para-brisa e outros, mais próximas ao corpo do motorista, com acionamento alternativo, podendo usar a cabeça, cotovelo ou outras partes do corpo para fazê-lo.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Elevadores – Lifts e Plataformas
O lift é uma espécie de guincho ou elevador, com um braço de funcionamento manual ou por motor elétrico. Na ponta deste braço, são presas correias oriundas de uma espécie de bolsa, onde uma pessoa é encaixada para ser "issada", a fim de ajudar nas transferências entre o veículo e a cadeira de rodas. Este aparelho pode ser acoplado ao carro ou ser móvel, com rodas para que alcance os lugares desejados. As desvantagens destes aparelhos, estão no tamanho, peso e instalação no veículo, sendo mais recomendado para uso em carros grandes e espaçosos.

As plataformas são espécies de elevadores acoplados a vans, ônibus, caminhões e outros, onde uma pessoa sobe com sua cadeira de rodas, aciona um controle para subida ou descida e é conduzida até a altura necessária para entrar ou sair do veículo.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Rampas
Uma pessoa usuária de cadeira de rodas, poderá usar rampas para entrar ou sair dos veículos. Poderão ainda, utilizar a própria cadeira para dirigir ou ser transportada, de acordo com o tipo de veículo e cadeira ou, poderão transferir-se para o banco do carro.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Bancos Facilitadores de Acesso
Alguns veículos possuem bancos com sistemas que facilitam as transferências. Um dos sistemas, consiste na condução do banco para fora do veículo, para que uma pessoa "estacione" sua cadeira de rodas ao lado e faça a transferência e, posteriormente, o sistema é acionado, para transportar o banco juntamente com a pessoa para o interior do veículo.
Outro sistema, corresponde a um banco do veículo que se acopla a uma base com rodas, se "transformando" em uma espécie de banco de rodas.

 


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Dicas para deficientes organizarem uma viagem

As pessoas especiais precisam de um pouquinho mais de planejamento e organização na hora de viajar. A regra principal é não ter vergonha de pedir ajuda.
Confira algumas dicas que podem facilitar a vida dos deficientes sem comprometer o passeio.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Avião
Sempre comunique a companhia aérea o seu estado físico, a sua deficiência, e peça um atendimento especial.
Marque a passagem com algumas horas de antecedência, pois se deixar pra marcar em cima da hora, você pode ficar sem embarcar.
Comunique a aeromoça a sua falta de equilíbrio, porque aquele sinto de barriga não segura tetraplégicos, e a pessoa pode se machucar numa freada mais brusca.
Se você não tem problemas de alergia, vá usando fralda ou uma sonda de demora. Com certeza você se sentirá mais seguro, e como conseqüência, ficará mais calmo.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Ônibus
É bem simples, basta ter alguém para entrar com o deficiente no ônibus, e outra para retirá-lo.
De novo, se não tem problemas de alergia, vá usando fralda ou sonda de demora.
Leve água, biscoitos ou frutas, pois você estará sozinho e não terá como descer do ônibus.
Leve seu dinheiro, e coisas pessoais junto com você, pois se você precisar usá-las, elas estarão a mão.

http://www.organizesuavida.com.br/Conteudo/top-dia-a-dia.gif Carro
Primeiro, verifique o carro muito bem. Lembre-se, qualquer pane com o carro, é você quem terá de resolver. Leve tudo a mão: dinheiro, comida, água, etc. Avise a alguém que você está indo viajar.
Programe-se bem, saiba quais os postos de gasolina próximos, coisas assim.

 


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Dicas para organizar a viagem de famílias com filho deficiente

A família está em férias? Você está pensando em como tornar sua viagem tranqüila, divertida e segura para todos? Vá em frente. Não deixe que pequenos obstáculos atrapalhem seus planos.

O portador de deficiência já está incluído nessa viagem e com um pouco de organização e criatividade na arrumação da mala, medicamentos, cuidados com a higiene e lazer é “muito possível” que você e sua família se divirtam e descansem. Aproveite!

1. A escolha do lugar

• Existem vários hotéis com quartos adaptados e acessos com rampa para facilitar a locomoção do usuário de cadeiras de rodas. O espaço entre as camas é maior, favorecendo a transferência da cadeira para a cama. O banheiro também é adaptado com barras, pisos antiderrapantes e portas mais largas.

• Observe se o hotel fica numa região plana ou se o terreno é muito acidentado, com subidas e decidas que dificultam o passeio a pé. O portador de deficiências, assim como as pessoas de idade, se locomove mais devagar. É muito mais gostoso se o grupo caminhar no mesmo ritmo.

• Escolha um quarto ou chalé próximo da área onde tudo acontece, lazer atividades e movimentação dos hóspedes. Os portadores de deficiência também abrem portas, conquistam pessoas e fazem amizades.

• Relaxe, você está em férias e ele também, qualquer comportamento inadequado você saberá como agir, mas espere algum sinal, não antecipe nem fique ansiosa, solte a mão dele. As pessoas que não o conhecem precisam conhecê-lo.

2. Transporte (aéreo, rodoviário, navio ou carro próprio)

• Viagens longas ou curtas passam mais rápidas se você se distrai. Leve sempre uma maleta de mão com algumas guloseimas, bolachas e algo para beber.

• Converse, mostre a paisagem, faça jogos, cante. Você sabe a idade e o que seu filho ou o portador de deficiência que está com você gosta de conversar ver ou ouvir.

• Música é fundamental e é o recurso que mantém a tranqüilidade por mais tempo, o segredo é a seleção delas. Lembre-se que a viagem é da família e todos estão no mesmo carro, ouvir rap o tempo inteiro não dá.

3. Preparação da mala

• Organize a mala fazendo rolinhos com os conjuntos de camiseta e bermuda e camiseta e calça. Assim fica bem mais fácil e rápido para escolher o que vestir.

• Os rolinhos também ocupam menos espaço na mala, sendo possível levar mais roupas, e o mais importante, facilitam a independência do portador de deficiência.

• Peças íntimas e meias podem ser colocadas em envelopes de tecido (TNT) ou em saquinho plásticos separados.

• Calças jeans e outras calças podem ser dobradas em três partes e colocadas no fundo da mala.

4. Roupa de cama e banho

• O hotel normalmente fornece a roupa de cama e banho.

• No caso da pessoa portadora de deficiências não controlar esfíncteres (urina), é prudente proteger o colchão onde for dormir, para evitar constrangimento ou ter de pagar ao hotel o custo do colchão.

• Proteger o colchão com aquele protetor impermeável de um lado e tecido do outro, é muito prático para ser usado em casa, mas não resolve muito em hotel, pois molha do mesmo jeito e não existe um local para lavá-lo e secá-lo.

• Leve na mala um plástico resistente, como aqueles transparentes que não fazem ruído ao deitar-se.

• Faça lençóis descartáveis com elástico, feito com tecido TNT, pois você não terá como lavá-lo nem guardá-lo para ser lavado na volta da viagem.

5. Arrumação do nécessaire

• Separe dentro da frasqueira pequenas embalagens com produtos para o banho (xampu, condicionador, saboneteira, etc.).

• Coloque em outra embalagem produtos para serem utilizados para a higiene bucal. Assim não será necessário levar a frasqueira toda ao banheiro.

6. Medicação

• Organize antes. Pode parecer desnecessário, mas é muito prático durante a viagem. Não é preciso levar todas as caixas de remédios que ocupam muito espaço.

• Separe toda medicação por dias e horário, existe no mercado embalagens plásticas para organizar os remédios por dias e semanas.

• Você pode também utilizar saquinhos plásticos, separar os remédios e etiquetar os saquinhos. Por exemplo, 2ª feira à noite, 3ª feira de manhã e assim por diante.

 7. Não se esqueça

• Nécessaire de primeiros socorros.

• Sacos plásticos para roupa suja.

• Mochila extra.

• Cabides de arame para pendurar roupas de banho, elas secarão mais rápido dentro do quarto.

• Jogos e brinquedos.

• Um aparelho de som com os CDs favoritos irá entretê-lo por algum tempo.

 


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Como retirar a fralda de uma criança deficiente

Retirada de fraldas X Organização da casa

Será que tem algo a ver a criança deixar de usar fraldas e organizar a casa? Vamos analisar: inicialmente apenas trocaremos as fraldas por bermudas ou calças, calcinhas e cuecas e várias vezes teremos que nos confrontar com o sofá branco molhado de xixi.

Quando falamos em crianças com necessidades especiais, tentamos ao máximo, nos aproximar de tudo que normalmente acontece na vida de outros filhos, por isso é normal chegar o momento de seu filho se tornar um pouco mais independente e ele só terá sucesso nessa jornada se houver muita parceria com a família.

É uma etapa muito importante do desenvolvimento, e necessária para o primeiro passo em rumo à vida independente.
Na verdade para conseguirmos realizar essa etapa com sucesso, precisamos de muita dedicação, persistência e o mais importante: atitude e coerência.

O processo de retirada de fralda consta de três etapas:
• Observação e preenchimento de uma tabela de horários.
• Análise da tabela.
• Organização do plano de ação.

Todas as pessoas que trabalham com a criança devem estar cientes da importância do preenchimento da tabela de horários.

O preenchimento da tabela é bastante simples, nela estão todos os horários do período da manhã, da tarde e da noite. Toda vez que a criança urinar devemos marcar um “X” e quando a criança evacuar, marcamos um “0”. Essa marcação deve ser feita durante aproximadamente 15 dias.

Após 15 dias de marcação, observamos um desenho em nossa tabela. Em alguns lugares há uma concentração maior de marcas, que significa os horários em que a bexiga esvazia.

A partir desses dados, saberemos:
• Qual o melhor horário para levarmos a criança ao banheiro.
• Se a criança está preparada para o treino. Para isso, ela deve permanecer seca por aproximadamente 2 horas.

Resultado
• Leve-a ao banheiro 10 minutos antes do horário analisado na tabela.
• Fique no máximo 5 minutos no banheiro, se ficar mais tempo a criança se distrai.

Existem algumas ações que facilitam a eliminação da urina, como, por exemplo, beber água ou suco 10 minutos antes do horário de ser levada ao banheiro.

• Use um redutor de vaso, embora muitas crianças sintam medo, pois ele não parece muito estável.
• Coloque-a sentada confortavelmente com os pés apoiados.
• Caso não tenha um apoio de pés adequado, use listas telefônicas para resolver o problema.
• Abrir a torneira estimula a vontade de urinar.
• Estimular a bexiga, pressionando-a levemente.
• Procure deixar a criança sentada com o tronco ereto, evitando deitar sobre as pernas.
• Faça a seqüência completa.
• Elogie-a por seu comportamento.
• Ignore “incidentes”, não a ridicularize, nem a envergonhe.

 


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