9 dicas para escolher e organizar a mochila escolar

1. Quando for comprar a mochila, leve a criança consigo, para que ela experimente o modelo escolhido. É provável que o seu filho insista para levar uma mochila com cores bonitas e com os seus heróis favoritos estampados. Mas o importante é optar por um modelo confortável.

2. Certifique-se de que o tamanho é adequado para a estatura da criança e que não é demasiado pesada. Quando vazia, a mochila não deve pesar mais de meio quilo. Escolha um modelo anatômico, com alças e costas acolchoadas, que se adapte bem às costas. As alças devem ter, pelo menos, 4 centímetros de largura na zona dos ombros, e não devem estar muito juntas, para evitar que rocem no pescoço, nem muito afastadas, para não caírem dos ombros. Além disso, devem ser reguláveis, para ajustar bem a mochila às costas.

3. Os bolsos e compartimentos são práticos, pois permitem organizar melhor o material escolar. Um cinto regulável ao nível da cintura é útil, pois evita que a mochila oscile, além de ajudar a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar. As fivelas devem ser práticas e resistentes.

4. Verifique, com o seu filho, se apenqas leva na mochila coisas de que vai realmente precisar. Pese-a, com o material necessário para ir à escola. Não deverá pesar mais de 10% do peso corporal: se a criança pesar 30 quilos, o limite são 3 quilos. Se o peso for superior, não é aconselhável que a carregue às costas. Nesse caso, opte por uma com rodas.

5. Ao arrumar o material na mochila, coloque os objetos mais pesados e volumosos, como os livros, na vertical, o mais próximo possível das costas.

6. O peso deve estar bem repartido, colocando as alças da mochila nos dois ombros. Para poupar as costas, nunca se deve levar a mochila pela mão ou num só ombro.

7. Ajuste as alças para que a mochila fique sempre acima do quadril.

8. Se optou por uma com rodas, escolha um modelo com pega regulável, para que se adapte à estatura da criança. Esta não deverá dobrar o braço ao puxar a mochila.

9. Para os bem pequenos, vale a dica da Mochila com Cinto Guia, que permite às crianças cuidarem de seus próprios pertences não apenas na escolinha, mas também em passeios com os pais, com segurança e diversão.

 Quer saber mais sobre o assunto:
Leia: Dicas para organizar a volta às aulas
Leia: Como guardar e organizar brinquedos

 


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Tipos de cadeirinhas para automóvel

O uso de equipamentos especiais para o transporte infantil em cidades e estradas é obrigatório desde o dia 1º de setembro de 2010, com a Lei da Cadeirinha, resolução do Contran.

Saiba qual é o tipo de cadeirinha ideal para o seu filho:

Bebê ou conforto conversível

Crianças com até 1 ano de idade – 13 kg
Devem ser transportadas no bebê conforto ou conversível.

Posição: Voltada para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás.

 

 

Assento de elevação ou “booster”

Crianças entre 4 e 7 anos e meio – aproximadamente 18 a 36 kg

Posição: No banco traseiro com cinto de três pontos.

 

 

 

Cadeira de segunrança

Crianças entre 1 e 4 anos – aproximadamente de 9 a 18 kg
Devem se transportadas na cadeirinha.

Posição: Voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás.

 

 

 

Crianças de 7 anos e meios aos 10 anos

Cinto de segurança de três pontos

Posição: Até 10 anos de idade, no banco traseiro do carro, com cinto de três pontos.

 

 

 

          Aprenda a usar a cadeirinha

 


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5 Ideias de espaços para organizar brinquedos

Delimite áreas do quarto ou da casa específicas para brincar. Assim, você não passa o dia catando brinquedos pela casa.

Falta de espaço não é desculpa para deixar os brinquedos espalhados pelos armários da casa. Veja abaixo 5 idéias para aproveitar cada qualquer cantinho, usando a criatividade.

1. Corredor 
Instale bonitos e coloridos cestos gigantes ou caixas dobráveis ao longo do corredor mais largo da casa. Você pode usar as cores para organizar o tipo de brinquedo a ser guardado. Ex:laranja – bolas, vermelhobichos de pelúcia etc.

2. Varanda 
A antiga varanda da casa, que era pouco utilizada, foi transformada em uma brinquedoteca colorida. A tela de náilon garante a proteção

3. Quarto 
O cantinho da brincadeira foi criado no próprio quarto. Os brinquedos ficam guardados dentro das gavetas da escrivaninhacaixas coloridas, caixas com alça ou mesmo cabide para bonecas e para carrinhos. Livros infantis pendurados no móvel deixam o ambiente de leitura e brincadeiras ainda mais convidativo. Projeto da designer de interiores Susana Salles Brancaglion.

4. Na sala de tv 
Aproveite o móvel da sala para instalar gavetões  ou caixas padronizadas para guardar os brinquedos. A criança é orientada a encontrar o brinquedo que busca de acordo com o símbolo que decora a gaveta: estrela, peixe, flor, coração etc. Ótima idéia para crianças que não sabem ler ainda.

5- No banheiro da área de serviço 
Se você não tem empregada fixa e não tem mais espaço, que tal dar outro destino ao banheiro de empregada? Com uma bela cor na paredeprateleiras e caixas transparentes é possível fazer milagres!

Quer mais idéias para organizar os brinquedos? Visita a seção Infantil da loja virtual OZ!

 


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Como organizar bonecas

 

Bonecas são brinquedos que conquistam crianças e adultos e atravessam o tempo como objeto de desejo de todas as meninas. Para cuidar bem delas, é preciso seguir algumas dicas.

Nunca empilhe bonecas sem nenhuma proteção entre elas. Caso não possua a caixa ou embalagem original, siga alguma dessas sugestões:

* Utilize caixas transparentes para facilitar a identificação e tornar possível o empilhamento.
* Você pode ainda usar cabides com bolsos para pendurar as bonecas e seus acessórios.
* Uma outra solução é criar nichos nas prateleiras para depositar cada boneca, como garrafas num engradado.

Quanto aos acessórios da boneca, que geralmente são minúsculos e fáceis de se perder, guarde numa caixinha, saco ou bolso de tamanho apropriado.

Dicas para conservar bonecas
Se for preciso, faça uma limpeza na boneca. Para isso, use uma escovinha (pode ser uma escova de dentes antiga), sabão neutro ou detergente. Você pode a lavar a roupinha da boneca com sabão em pó.

Penteie e desembarace o cabelo da boneca. Ela vai ficar com cara de nova. Caso você tenha cortado o cabelo da boneca ou quebrado e perdido um bracinho, leve-a a um restaurador. Ele pode ‘implantar’ outro cabelo nela e substituir o membro ‘fraturado’.

 


Quer saber mais sobre organização de brinquedos? Leia o e-book: Como organizar Quartos Infantis e Brinquedos

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Como conservar carrinhos miniatura

Quem tem filhos provavelmente já se deparou alguma vez com dezenas de carrinhos espalhados pela casa.
Colecionar essas miniaturas é uma prática cada vez mais comum hoje em dia.
Conheça algumas dicas para ajudar a organizar a coleção de carrinhos.

Limpeza
As miniaturas são objetos frágeis e suas pinturas mais delicadas ainda, pois a camada é tão fina que qualquer coisa pode removê-la.

Limpe a parte externa com um pano macio e seco, se não adiantar, umedeça o pano, com água e um "pouquinho" de detergente neutro, e limpe com movimentos leves, para evitar estragar algum adesivo.

A parte interna deve ser limpa com cotonetes úmidos e depois seco com cotonetes secos, não deixe molhado, pois pode ocasionar mofo.

Se mesmo após a limpeza a pintura estive muito "apagada" coloque em uma flanela seca "bem pouquinho" de lustra móveis a base de silicone, não abrasivo, e passe em movimentos circulares, EVITANDO passar sobre os adesivos. Os resultados são muito bons.

Como guardar
Evite deixar seus carrinhos expostos ao pó, pois se assim for, você terá sérios problemas para mantê-la em bom estado.

As miniaturas têm tinta, têm pneus de borracha, etc, tudo isto é composto por derivados de petróleo, automaticamente, podem liberar gases que combinados com outros compostos do local de armazenamento podem ocasionar reações químicas que com o tempo podem danificar a miniatura. Neste caso, sempre tenha alguns cuidados, como abrir periodicamente o local de armazenamento, nem que seja por 1 minuto, para liberar os gases.

Se as prateleiras forem de vidro, não coloque a miniatura diretamente sobre o vidro, pois é muito comum o chamado "derretimento" dos pneus, que é ocasionado por reações químicas do vidro e da borracha, use uma base expositora, ou coloque uma simples "caixinha de fósforo" sob a mini, suspendendo-a.

Se as prateleiras forem de madeira pintada ou envernizada, coloque um feltro sobre a prateleira, forrando a mesma, evitando as reações químicas da tinta do expositor com as borracha das minis.

Uma outra opção para guardar os carrinhos é o cabide especial para esse uso, vendido na loja online OZ!.

Cada peça fica protegida da poeira no seu compartimento plástico e ao mesmo tempo, recebe ventilação, evitando danos aos carrinhos, causados pela reação química.

Outra dica importante é periodicamente, girar as rodas da miniatura, pois com o passar do tempo e o peso da miniatura estática, os pneus vão ovalando-se, portanto, um simples ato de girar a roda, mudando o locar de pressão já resolve.

Evite colocar suas miniaturas sob ação direta da luz, pois pode ocasionar o desbotamento da pintura, como ocorre nos carros reais, evite também o calor excessivo e a umidade.

Consertos rápidos
A alternativa para casos como quebra de partes plásticas é a utilização de colas fortes, estilo Super Bonder. Mas nunca coloque a cola diretamente no ponto a ser colado, pois é muito comum um excesso de cola sair e você "inundar" sua mini de cola, o que será uma trajédia irreparável…

Portanto, a dica é colocar um pouco de cola em uma tampinha e com um alfinete ou palito de fósforo ou dente, colher um pouco de cola e colocar no ponto a ser colado, até obter a fixação.

Em caso de pneus rachados, a dica é utilizar colas com base de silicone.


Quer saber mais sobre organização infantil? Leia o e-book Como organizar Quartos Infantis e Brinquedos

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Mala para maternidade

Como acontece com outras etapas marcantes da gravidez, a preparação da mala do bebê para a maternidade costuma gerar ansiedade nas mães. O desejo de que tudo saia perfeito e o medo de esquecer algo importante leva muitas gestantes a fazer e desfazer a mala várias vezes.

No entanto, seguir alguns passos simples pode tornar esse momento mais divertido e tranquilo. O ideal é começar a organizar a mala duas semanas antes do dia previsto para o nascimento. Não esqueça de lavar previamente as peças que entram em contato direto com o bebê.

 Mudas de roupas
Para a mala do bebê, o ideal é planejar com antecedência as mudas completas de roupas para cada dia na maternidade. Para facilitar, separe as mudas (contendo body, calça, macacão, meia, touca, cueiro e toalhinha) em sacos de maternidade etiquetados. Leve de quatro a cinco mudas completas. Você também pode organizar cada conjunto em capas protetoras.

 Organização da mala
 Conselheira de mães de primeira viagem, a vendedora Veridiana Bork, que trabalha em uma loja de enxovais para bebê, lembra que a escolha da mala depende do gosto de cada mãe. "Mas, se a ideia é priorizar a praticidade, os modelos emborrachados garantem uma limpeza mais fácil e podem ser usados durante os primeiros anos de vida do bebê em pequenas viagens", diz.

Escolher um modelo compartimentado facilita o acesso aos itens. Use um dos lados grandes para as roupas do bebê, e outro para mantas e acessórios como saquinho de dormir e colchonete (conhecido como bebê-fofo). No outro, os sacos de maternidade com as mudas de roupa de cada dia. Nos compartimentos, guarde fraldas de boca, fraldas descartáveis e itens de higiene, lembrando de deixar um espaço vazio para as roupas sujas. Para estas, utilize sacos de roupas sujas.

O que não levar
 Alguns itens que fazem volume, como travesseiro, toalha de banho e mamadeira, são dispensáveis para os primeiros dias de vida do bebê. Produtos de higiene e fraldas geralmente são fornecidos pelo hospital, mas convém confirmar com antecedência. Muitas mães preferem levar algumas fraldas descartáveis e um pacote de lenços umedecidos para garantir.

Checklists

* Mala do bebê:
 Vestuário

2 casaquinhos
4 conjuntinhos de body + calça
4 macacões compridos
4 pares de meias
2 mantas, de cores neutras
2 toucas
1 saquinho de dormir, para sair da maternidade
1 colchonete para reforçar o carrinho (bebê-fofo)
3 cueiros
1 chupeta (e porta-chupetas)
1 par de brincos (se for menina pode aproveitar para furar a orelha)
1 item vermelho para sair da marternidade (touca, sapatinho, luva…) – dizem que sorte!

Higiene
6 fraldas ou toalhinhas de boca
 Fraldas descartáveis
 Lenços de limpeza
 Pomada para assaduras
 Saco de roupas sujas
 Escova para cabelo

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Mala da mãe
2 pijamas ou camisolas (com abertura no peito)
1 roupão
3 sutiãs de amamentação
1 caixa de protetores para os seios
4 calcinhas
1 par de chinelos
3 pares de meia
Seus óculos ou lentes de contato (você não vai querer esperar pra ver seu bebê bem direitinho)
Nécessaire com shampoo, condicionador, sabonete, hidratante, escova e pasta de dentes e absorventes
1 muda de roupa para a sair da maternidade

===============

Bolsa do pai ou acompanhante
Eletrônicos: máquina fotográfica, filmadora, baterias, cartão de memória, carregadores das máquinas e de celular;
Documentos da mãe e do acompanhante (não esquecer da carteirinha do convênio médico)
Enfeite de porta e lembrancinhas
Caderno de visitas
Um lanche portátil como pacote de salgadinhos ou barra de cereal
1 pijama
1 toalha
1 muda de roupa

 Dicas:
1. Organizadores de roupas para malas ajudam a economizar espaço e ter tudo sempre a mão;
2. Guarde os sutiãs de amamentação em colméias próprias, assim ficam organizados e protegidos.
3. Utilize colméias organizadoras para meias, roupas íntimas e camisolas;
4. Você também pode utilizar um space bag para malas, que reduz o volume das roupas em até 2 vezes.
5. Organize os produtos de higiene pessoal em um mesmo lugar, assim ficará mais fácil na hora de utilizá-los. Sugestão: necéssaire porta-cosméticos.

Em casa
Veja a matéria Dicas para a chegada do bebê e saiba como preparar a casa para recebê-lo e como organizar a rotina nesta nova fase da vida.

 

Autor: Larissa Magrisso, para a OZ!

 


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Dicas para viajar com crianças

O planejamento da viagem deve ser bem mais cuidadoso quando há crianças. É importante escolher um destino que tenha atrações para que elas também aproveitem a viagem e não fiquem entediadas (o que pode acabar com as suas férias). Você não precisa obrigatoriamente ir para os lugares mais óbvios, feitos sob medida para os pequenos, como os parques da Disney ou o Beto Carrero World, em Santa Catarina. Mas não saia de casa sem pesquisar os programas que podem agradá-las. Exemplos? Os museus de ciências interativos sempre fazem grande sucesso. Os pimpolhos podem apertar botões à vontade, brincar com experimentos e ainda aprendem. Várias cidades possuem museus desse tipo: Paris, Toronto, Munique, San Francisco e até Águas de Lindóia, no interior paulista. Também locais com bichos, como hotéis-fazenda, agradam aos pequenos.

Veja o que combina com cada faixa etária:

0 a 1 ano:
Nessa idade, é importante garantir a rotina do bebê. Horários regulares de mamadas, banho, sono, colo e solzinho ajudarão o pequeno a aproveitar a viagem. Não se esqueça de levar o cobertor e o travesseiro, o bichinho de pelúcia que só falta falar – sim, eles têm objetos pessoais que os fazem sentir em casa nos hotéis. O ideal são as viagens mais folgadas, para lugares silenciosos e com natureza: bebês costumam relaxar a partir do segundo ou terceiro dia fora de casa.

2 a 3 anos:
Nessa idade, eles recém-tiraram a primeira "carteira de motorista" – já estão craques na arte de… andar. Sua autonomia cresce e o impulso de explorar seus talentos motores é incontrolável. Atividade física é tudo e eles só desligam quando a pilha acaba. Quer dizer, o ideal são lugares espaçosos para eles correrem à vontade, mas de preferência, que tenham uma babá de plantão para ficar de olho. Aqui começa também o interesse pelos bichos.

4 a 6 anos:
As outras crianças passam a fazer parte mais consistentemente do mundo dos seus filhos. As brincadeiras coletivas ganham força, dando novo peso às habilidades motoras, cada vez mais sofisticadas. Resorts e navios com clubes infantis são ótimas pedidas. Os zoológicos estão no auge e os parques de diversões começam a valer a pena.

6 a 8 anos:
As crianças estão crescendo: o interesse pelo mundo ao redor cresce junto, e as crianças apresentam uma sede de conhecimento impressionante. Os programas culturais começam a interessar também a eles – mas vá com calma. O companheirismo é tudo nessa fase: hora de buscar atividades e lugares para serem compartilhados de verdade por pais e filhos. Aqui também é uma boa os hotéis com monitores.

8 a 12 anos:
Os caras estão quase naquela idade em que já não querem mais viajar só com os pais. Os amigos começam a fazer falta. É hora de envolvê-los na decisão sobre o que fazer nas férias. O segredo são os destinos que tirem o quase-adolescente (sim!) do lugar-comum. Viagens para outros países, roteiros de aventura, cidades com programas culturais ou parques legais e lugares em que eles possam fazer amigos costumam quebrar a inércia.

Há hospedagens indicadas para crianças?
Um hotel preparado para receber pequenos é melhor do que outro qualquer – da programação que ele oferece às condições de segurança (janelas que não abrem, por exemplo). Assim, se uma pousada disser "não aceitamos crianças", não insista. Crianças, antes de mais nada, gostam de outras crianças. E de espaços para correr, pular, brincar. Hotéis antigões, do tipo estação de águas, têm grandes quartos que acomodam bem a todos. Os mais modernos muitas vezes exigem que se peça um quarto conjugado – mais caro, e também mais confortável. Nos Estados Unidos e no Caribe, são comuns os resorts que oferecem estada e alimentação grátis para os pequenos no quarto dos grandes. Lembrete econômico: não esqueça de abastecer o frigobar de coisas gostosas compradas fora do hotel.

Que cuidados tomar com a alimentação das crianças?
Na medida do possível, a alimentação dos pequenos deve se manter igual à habitual – seja no tipo de alimentos, seja no horário das refeições. Mas, como viajar é provar, inclusive novos sabores, tente dar o melhor dos dois mundos – um pouco de escargot e um pouco de batatas fritas. Eles estão em férias, não estão? A única recomendação é com a preparação da comida. Em lugares quentes é melhor abolir a maionese. E, antes de dar um peixe, camarão ou outro pescado a seu filho, veja as condições em que ele foi preparado. Massas podem não aumentar a cultura gastronômica dos pequenos, mas são uma ótima saída para o "não quero, não gosto". Deixe a educação para a volta, ok? Se o seu filho ainda for um bebê que só come papinha, pergunte para o hotel antes de embarcar se ele faz sopinhas especiais. Você pode se livrar de um peso se desencanar de reservar uma mala só para os potinhos industrializados, achando que isso vai facilitar sua vida.

É correto estabelecer uma mesada às crianças para viagens?
Antes de viajar, estabeleça um valor que a criança poderá gastar – isso ajuda muito. E mantenha a combinação se não quiser perder a autoridade em uma próxima vez. Lembre-se: embora os pequenos também tenham direito a 500 dólares em compras em viagens ao exterior, esse valor não é cumulativo com o seu. Não adianta, por exemplo, comprar uma câmera de 1000 dólares e querer somar aqui e ali. Não pode.

O que fazer se a criança se perder?
Em grandes áreas públicas, por exemplo, desencontros podem acontecer – e acontecem. Para começo de conversa, coloque um cartão do hotel no bolso de seu filho (prender o nome em um crachá não é ridículo!). Sempre combine um ponto de encontro de fácil localização e instrua-o a pedir ajuda às pessoas uniformizadas para o levarem até lá (seguranças). Walkie-talkies, com os maiorzinhos, são uma ótima pedida.

O que levar na mala dos pequenos?
Crianças sujam pelo menos duas mudas de roupa por dia – se o roteiro não incluir lama! Tenha isso em mente quando preparar as malas. Se não quiser enfrentar lavanderias, o ideal é fazer a conta para sobrar pelo menos quatro mudas limpas. Para as crianças, dois pares de tênis é o mínimo – elas atraem poças. Nos parques, vista-as da mesma cor, de preferência berrante. Não deixe faltar bonés, meias extras e roupas de baixo. Chinelos são fundamentais na areia quente. Alguns itens não podem faltar na bagagem dos pequenos:

  1. Fraldas descartáveis
  2. Fraldas de pano para limpar a boca
  3. Trocador
  4. Sabonete
  5. Xampu
  6. Mamadeira
  7. Chupetas
  8. Toalha
  9. Brinquedos
  10. Roupas e calçados (levar também da estação oposta)
  11. Mantas
  12. Babadores
  13. Câmera fotográfica
  14. Talheres de plástico
  15. Carrinho e/ou canguru
  16. Chapéu e/ou gorro
  17. Garrafa térmica
  18. Algodão
  19. Leite em pó e matinais
  20. Bloqueador solar
  21. Repelente
  22. Protetor de tomada

 

Como economizar em uma viagem com crianças?
Siga as dicas de Luís Carlos Ewald, professor de finanças da FGV-RIO e autor do livro Sobrou Dinheiro – lições de economia doméstica:

1. Para começar, limite o número de filhos conforme sua renda. Assim você pode dar um bom padrão de vida, com educação condizente, e, ainda, mandá-los à Disney e, depois, para um intercâmbio.
2. Antes da viagem, poupe. Tudo depende da sua moral em mantê-los sob controle, sem caprichos, e da sua paciência em investir tempo para distraí-los – de bons programas na TV paga ao rodízio com outras famílias para que as crianças brinquem em várias casas…

3. Os pacotes de viagem são a melhor opção. E os de classe econômica. Na hora de comprar um, o melhor é quitá-lo antes de viajar. Pagar a viagem depois de desfrutá-la dói muito… Uma boa solução é "poupar" em um pacote comprado antecipadamente e viajar depois da última prestação.

4. Escolha a melhor moeda a ser levada de acordo com o momento econômico. O spread entre a compra e a venda do dólar no Brasil é sempre menor que o do euro – assim você precisa estudar o assunto antes, conforme sua projeção de gastos.

5. Controle o papai-eu-quero com uma boa educação desde pequeno. Quem manda na casa? Não tem para gastar, não tem… Se não tiverem mesada, é possível controlá-los nas lojas. Se tiverem, advirta-os que, quando ela acabar, vão dançar.

6. Nada de lembrancinhas e presentinhos… poupem para viajar novamente!

7. Para economizar em alimentação, peça o prato e divida com seus filhos; se for pouco, peça outro, um a um. Não pode sobrar por olho gordo…

8. Faça upgrades para o exterior em seu plano de saúde. Não dá para correr riscos e o custo dos planos é suportável.

9. Dependendo do número de crianças, o melhor é acomodar todo mundo no mesmo quarto.

10. Na estrada, programe as paradas para o abastecimento com as pausas para as refeições: mais paradas, mais gastos.. Leve muita água, sucos e sanduíches de casa. Acostume os pequenos a evitar refrigerantes e junk-foods.

Como prevenir altos gastos com doenças ou acidentes no exterior?
Se o seu plano de saúde não permitir um upgrade para cobertura de viagens nacionais ou internacionais, contrate um seguro saúde antes de sair pelo mundo. Uns pontinhos no queixo podem custar mais caro do que suas passagens aéreas. Atenção para os tipos de seguro — você poderá ter um teto de cobertura. Além disso é sempre bom tomar água potável (escovar os dentes inclusive) e evitar gelo (as pedras podem ter sido feitas com água não esterilizada)- evitará a chamada "diarréia do viajante".
Precaução: uma frasqueirinha com termômetro, antitérmico, vitamina C, band-aid e aspirina são providenciais (principalmente no exterior). Precaução extra: reconhecer o território. Saber onde encontrar um hospital ou médico de plantão mais próximo é uma tranquilidade com pequenos por perto. De que adianta um ótimo plano de saúde se não houver clínicas particulares na cidade? Sobre regiões que exigem vacinas contra a febre amarela: converse com seu pediatra e avalie se não é melhor mudar o roteiro.

Tenha sempre a mão:

1. O bom e velho termômetro e um antitérmico adequado – um não vive sem o outro.

2. Uma pomada contra picadas de inseto.

3. Um creme hidratante com algum poder bactericida – para prevenir assaduras e combater irritações de pele.

4. Uma tesourinha para cortar unha – unha suja e picadas de inseto são uma combinação perigosa.

5. Uma colher-padrão para o soro caseiro (encontrado em postos de saúde e farmácia), essencial nos piriris comuns em viagens.

6. Lencinhos umedecidos – para o bumbum dos bebês e para limpar as lambanças de picolé e afins dos maiores.

Como manter a criança tranquila durante o trajeto no avião?
Um bebê de até dois anos no colo do acompanhante em geral paga 10% do valor cheio da passagem. Se ocupar assento próprio, paga como uma criança de 2 a 11 anos: de 60 a 75% da passagem. Crianças desacompanhadas precisam de mais atenção e por isso as tarifas são integrais (as menores de 5 anos devem ainda pagar por um tripulante extra).
E, para não transformar a viagem de avião em um inesquecível martírio, leve brinquedos, livros, lápis e papel para entreter os pequenos. Mas muitas companhias aéreas já fornecem passatempos, informe-se antes.
Antes de embarcar, estimule a imaginação do seu filho – leia um livrinho sobre Santos Dumont, por exemplo. O voo pode se tornar uma experiência muito interessante se ele estiver bem motivado.

O que levar para as crianças comerem durante o vôo?
Há de papinhas a hambúrgueres para os pequenos. Mas essas refeições especiais devem ser solicitadas na reserva dos assentos, dois dias antes da viagem. Leve de casa as mamadeiras para os bebês – você pode esquentá-las a bordo.

Dicas para uma viagem tranquila com bebês:
1. Durante a decolagem e o pouso, amamente ou dê chupeta para equilibrar a pressão nos ouvidos.

2. Em distâncias longas, prefira voos noturnos, sem escala ou conexão; assim, não atrapalha o sono do bebê.

3. Leve sempre um cesto do tipo canguru para transportá-lo pelo aeroporto e pelo avião.

4. Leve fraldas, papinha, colherinha de bebê, travesseiro e cobertor. Em alguns voos é possível colocar o berço na primeira fileira.

5. Quando o avião não for equipado para acomodar o berço, prefira a segunda fileira: é mais confortável, pois os braços dos assentos se levantam.

6. Confira se o banheiro do avião dispõe de trocador de fraldas. A bordo, leve lenços umedecidos e pomadas numa frasqueira.

7. Se seu filho tiver entre 1 e 5 anos, leve brinquedos para distraí-lo.

8. Não é aconselhável viajar com crianças menores de 4 meses, quando ainda precisam tomar a vacina tetrabacteriana, contra doenças graves.

9. Alimente a criança na posição vertical, isso evita que ela se engasgue. Não amamente o bebê completamente deitado, pode infeccionar o ouvido.

10. Não dê nenhum tipo de medicamento para causar sono, já que pode acabar provocando o efeito inverso.

Fontes: dra. June Bevillaqua, pediatra coordenadora de saúde da prefeitura de São Paulo; dr. Virgílio Pires, pediatra do hospital Bom Clima; Rita de Cássia, chefe de cabine da Gol; e Rafael Bueno, comissário de bordo da Gol

Como devo transportar alimentos para bebês no avião?
Alimentos para bebês (sopas, papinha, soro etc.) devem ser transportados apenas na quantidade a ser utilizada durante o voo, incluindo eventuais escalas, e apresentados no momento das inspeções de bagagem.

Qual é o melhor lugar para acomodar uma criança na aeronave?
Crianças gostam de espaço e, convenhamos, não há muito na aeronave. A tendência é pedir os assentos na primeira fila – a mais espaçosa. Mas cuidado: em geral, ela tem os braços entre os assentos fixos e seu filho em algum momento vai querer deitar no seu colo. Cheque antes de reservar o assento.
Se estiver viajando com um bebê de até 6 meses, solicite um berço na hora da reserva. Funciona como um moisés preso a um suporte fixo na parede, em frente à sua poltrona, na primeira fila.

Como é feita a segurança dos pequenos em um avião?
Menores de 12 anos têm atendimento preferencial e devem ser embarcados e desembarcados antes dos outros passageiros. Faça valer o direito – é mais cômodo para eles. Crianças de até dois anos ficam no colo na hora da decolagem e aterrissagem. Necessariamente precisam de um cinto especial que é atado ao acompanhante.

Como deixa-los confortáveis no avião?
Assim que subir na aeronave, principalmente em voos nacionais, cheque se há travesseiros disponíveis. E mantas – o ar do avião pode gelar os pequenos. Para lidar com a diferença de pressão na decolagem e na aterrissagem, dê a chupeta, a mamadeira com água para os bebês e um chiclete para os maiorzinhos.
Antes de marcar o voo, pergunte qual aeronave da rota tem trocador e, na hora da troca da fralda, ainda solicite a ajuda de uma comissária – o ambiente é estranho e apertado.

Como entretê-los durante o vôo?
A maioria das companhias aéreas oferece algo para os pequenos – de quebra-cabeças e bichos de pelúcia a canais de vídeo infantis. Muitos comandantes são simpáticos e permitem uma visita à cabine. Pergunte aos comissários.

Como transportar as crianças em uma viagem de carro?
O bebê-conforto é o meio mais seguro de transportar bebês de até 9 kg ou 13 kg (de acordo com a marca do equipamento). Ele deve ser instalado no banco de trás do carro e de costas para o movimento, para evitar o efeito chicote, capaz de quebrar o pescoço da criança, que ainda não é firme nesta idade. Os pequenos de 9 a 18 kg (mais ou menos de 1 a 4 anos de idade) devem se instalar na cadeirinha própria, de frente para o movimento. Ambas só estão bem presas no carro se não se movimentarem no máximo em dois centímetros.

Crianças de 18kg a 36kg, mais ou menos de 4 a 10 anos, devem ficar no assento de elevação ou booster e presas com o cinto de três pontas. Mais altas, ficam protegidas no ponto correto e não correm o risco de ter os ossos esmagados em caso de acidente, já que o cinto não foi concebido para o seu tamanho. O assento de elevação ou booster só pode ser liberado para os maiores de 36kg, que tenham mais de 1,45 m ou cerca de dez anos. Mas o cinto de segurança jamais deve ser desprezado.

Mais informações, na ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br).

 


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Dicas para presentear crianças

Envolver as criançaselas vão adorar ajudá-lo (a) a escolher e embrulhar os presentes que comprou e a escrever o cartão de felicitações, se não for caso disso sempre podem adicionar um desenho feito pelo(s) seus filhos. Até mesmo crianças muito pequenas normalmente conseguem compreender que, se comprar um presente para um amigo, irmão ou parente, que não pode mantê-lo – e se não é uma ótima maneira de os ensinar.

Comprar artesanato ou brinquedos educativoscrianças adoram lápis de cor, livros para colorir, autocolantes, plasticina e outros brinquedos criativos. Estes também são perfeitos para mantê-los ocupados num dia chuvoso, de esta maneira os pais também vão gostar destes.

Evite brinquedos barulhentos para bebês e crianças – com toda a certeza um brinquedo ruidoso irá provavelmente transformar-se num brinquedo mal amado dado que muito provavelmente os pais não acharão grande piada a este. E não se esqueça, se você tiver filhos, os pais da criança a quem ofereceu o presente podem sempre tentar vingar-se de si e oferecer um conjunto musical de sopro ou mesmo uma bateria ao seu filho.

Pergunte aos pais ou à criança o que é que precisa(m) ou quere(m)- se pretende comprar um presente mais caro, talvez para um afilhado, sobrinha ou sobrinho, pode ser útil perguntar aos pais, ou mesmo a criança o que realmente eles querem – crianças adoram presentes, por isso é importante saber escolhe-los para os deixar felizes.

Faça uma lista do que quer comprar e para quem – se tem uma péssima memória isto irá evitar que corra o risco de comprar um presente igual no futuro … e salvar-lhe um grande embaraço também!

De acordo com Thaís Gava, coordenadora do programa Criança Segura na Escola da ONG Criança Segura, na hora de escolher um brinquedo é importante verificar se o produto possui a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e

Qualidade Industrial (Inmetro). "Quem vai comprar o presente precisa levar em conta também a faixa etária para a qual o brinquedo é destinado, porque a supervisão será determinante para garantir a segurança das crianças durante as brincadeiras", diz Thaís ao G1.

Antes de ser autorizado para venda com o selo do Inmetro, o brinquedo passa por, pelo menos, seis testes. "É verificada a resistência do brinquedo a impactos e quedas e ele só é autorizado caso, ao quebrar, não forme pontas cortantes ou perfurantes. Além disso, ele não pode soltar peças pequenas se for mordido ou puxado por uma criança, deve ser pintado com tintas que não sejam tóxicas, não pode ser inflamável e, se emitir algum som, o ruído não pode ultrapassar 80 decibéis", afirma Marcelo Monteiro, gerente de fiscalização e verificação da conformidade do Inmetro.

Segundo Monteiro, a única restrição obrigatória que deve estar na embalagem dos produtos diz respeito a crianças entre zero e 3 anos. "Brinquedos para crianças nessa faixa etária não podem, em hipótese alguma, conter peças pequenas que podem se soltar e serem engolidas, nem pontas cortantes", diz o especialista.

Outra dica de Monteiro é comprar brinquedos apenas em lojas regulares e evitar vendedores ambulantes, que não podem ser fiscalizados pelo Inmetro. "Vale ressaltar também que todos os brinquedos devem ter manual de instruções em português e que os pais, na hora de comprar, devem observar cautelosamente se ele está em bom estado de conservação, além do selo de certificação", afirma.
 
  Crianças 0 A 3 anos

Para saber qual o tamanho adequado de brinquedo para crianças de 0 a 3 anos, a pediatra Gisele Limongeli Gurgueira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), orienta comparar as partes menores do brinquedo a uma caixa de filme fotográfico. "Caso o objeto caiba nessa caixinha, ele tem grandes chances de ser engolido pelas crianças pequenas e deve ser evitado", diz.

E a atenção não termina depois da escolha do presente. Na hora de entregar o brinquedo, os pais devem retirar de perto da criança embalagens plásticas, que podem sufocar.

Brinquedos como cordas ou que contenham fios, como ioiôs, por exemplo, só devem ser dados para crianças acima de 4 ou 5 anos. Antes disso, barbantes podem representar um grande perigo. Já brinquedos que tenham pontas, como dardos ou flechas não são indicados em nenhuma idade. "A criança só começa a ter noção do perigo que esses brinquedos representam para ela e para outras crianças a partir dos 10 anos, então os pais têm que tomar cuidado", afirma Gisele.

Para quem pretende presentear com bicicletas, patins ou skates, o alerta é para oferecer também o material de segurança necessário para a brincadeira. "Temos que lembrar que esses brinquedos são veículos e o cuidado maior deve ser com o local em que a criança vai brincar. Não há uma idade certa ou mínima, mas o produto deve estar adequado ao tamanho e faixa etária da criança e os pais devem ensinar como e onde brincar de forma segura", diz.

Entre os especialistas consultados pelo G1, a preferência é unânime: opte por brinquedos educativos, voltados especificamente à faixa etária da criança, e que não estimulem a violência.

 


 

Quer saber mais sobre o assunto? Leia também o e-book: Como organizar Quartos Infantis e Brinquedos

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