9 dicas para escolher e organizar a mochila escolar

1. Quando for comprar a mochila, leve a criança consigo, para que ela experimente o modelo escolhido. É provável que o seu filho insista para levar uma mochila com cores bonitas e com os seus heróis favoritos estampados. Mas o importante é optar por um modelo confortável.

2. Certifique-se de que o tamanho é adequado para a estatura da criança e que não é demasiado pesada. Quando vazia, a mochila não deve pesar mais de meio quilo. Escolha um modelo anatômico, com alças e costas acolchoadas, que se adapte bem às costas. As alças devem ter, pelo menos, 4 centímetros de largura na zona dos ombros, e não devem estar muito juntas, para evitar que rocem no pescoço, nem muito afastadas, para não caírem dos ombros. Além disso, devem ser reguláveis, para ajustar bem a mochila às costas.

3. Os bolsos e compartimentos são práticos, pois permitem organizar melhor o material escolar. Um cinto regulável ao nível da cintura é útil, pois evita que a mochila oscile, além de ajudar a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar. As fivelas devem ser práticas e resistentes.

4. Verifique, com o seu filho, se apenqas leva na mochila coisas de que vai realmente precisar. Pese-a, com o material necessário para ir à escola. Não deverá pesar mais de 10% do peso corporal: se a criança pesar 30 quilos, o limite são 3 quilos. Se o peso for superior, não é aconselhável que a carregue às costas. Nesse caso, opte por uma com rodas.

5. Ao arrumar o material na mochila, coloque os objetos mais pesados e volumosos, como os livros, na vertical, o mais próximo possível das costas.

6. O peso deve estar bem repartido, colocando as alças da mochila nos dois ombros. Para poupar as costas, nunca se deve levar a mochila pela mão ou num só ombro.

7. Ajuste as alças para que a mochila fique sempre acima do quadril.

8. Se optou por uma com rodas, escolha um modelo com pega regulável, para que se adapte à estatura da criança. Esta não deverá dobrar o braço ao puxar a mochila.

9. Para os bem pequenos, vale a dica da Mochila com Cinto Guia, que permite às crianças cuidarem de seus próprios pertences não apenas na escolinha, mas também em passeios com os pais, com segurança e diversão.

 Quer saber mais sobre o assunto:
Leia: Dicas para organizar a volta às aulas
Leia: Como guardar e organizar brinquedos

 


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Tipos de cadeirinhas para automóvel

O uso de equipamentos especiais para o transporte infantil em cidades e estradas é obrigatório desde o dia 1º de setembro de 2010, com a Lei da Cadeirinha, resolução do Contran.

Saiba qual é o tipo de cadeirinha ideal para o seu filho:

Bebê ou conforto conversível

Crianças com até 1 ano de idade – 13 kg
Devem ser transportadas no bebê conforto ou conversível.

Posição: Voltada para o vidro traseiro, com leve inclinação, conforme instruções do fabricante, de costas para o movimento, sempre no banco de trás.

 

 

Assento de elevação ou “booster”

Crianças entre 4 e 7 anos e meio – aproximadamente 18 a 36 kg

Posição: No banco traseiro com cinto de três pontos.

 

 

 

Cadeira de segunrança

Crianças entre 1 e 4 anos – aproximadamente de 9 a 18 kg
Devem se transportadas na cadeirinha.

Posição: Voltada para frente, na posição vertical, no banco de trás.

 

 

 

Crianças de 7 anos e meios aos 10 anos

Cinto de segurança de três pontos

Posição: Até 10 anos de idade, no banco traseiro do carro, com cinto de três pontos.

 

 

 

          Aprenda a usar a cadeirinha

 


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Dicas para organizar a volta às aulas

Mochila
Os modelos mudam, as opções se multiplicam nas lojas, mas o peso e o tipo da mochila são muito importantes.

* Peso além da conta pode, sim, causar dores nas costas das crianças e distúrbios na coluna, como escoliose e lordose. Para ter um parâmetro: a criança não pode carregar mais que 10% do peso dela. Algumas escolas disponibilizam armários.

* O melhor modelo é a mochila de alças largas, pois a carga fica dividida.

* Se for comprar as com rodinhas, fique atento à altura da alça que a criança vai puxar, para que ela não ande curvada.

Uniforme
De bebê até o quinto ou o sexto ano de vida seu filho vai precisar levar uma troca de roupa na mochila. Por isso, para essa faixa de idade, a dica é comprar cinco camisetas, três a quatro bermudas, três calças de moletom, duas calças de tactel e dois blusões. Quando for o ensino fundamental, o kit é reduzido para três camisetas, duas bermudas, dois blusões e duas calças, uma de cada tipo. Em cada peça, coloque o nome completo da criança, o ano e o período que ela cursa. Há também etiquetas de tecido que podem ser grudadas na roupa passando o ferro sobre elas por 30 segundos.

Lanche
* O lanche oferecido pela escola é uma ajuda e tanto. Além de não precisar preparar a lancheira, você vai saber que seu filho não vai cair em tentação e comer o lanche do amigo (bem o daquele que levou salgadinho e refrigerante, sabe?), e não o prato supersaudável que você mandou.

* Mas se a escola não tiver essa possibilidade, invista em refeições naturais e práticas. É legal também você e outros pais conversarem com a instituição para que a cantina não ofereça junk food. Eles precisam ajudar você nesse controle.

* O acondicionamento dos lanches deve ser feito em plástico filme. As bebidas ficam ou na garrafa térmica ou compre as de caixinha longa vida. Tudo deve estar em uma lancheira térmica com uma bolsa de gelo dentro.

 


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Saiba como fazer com que as crianças sejam organizadas

Por Patricia Nicklaus

Adultos organizados com crianças desobedientes ou perturbadoras pode ser um desafio, já que este tipo de comportamento é uma forma de desorganização, que toma tempo e energia dos pais.

Para muitos, organizar seus filhos para ajudar em casa, colocar as coisas em seus devidos lugares, ser respeitosas pode ser uma tarefa terrivelmente frustrante. Nesta frustração, alguns pais podem recorrer à raiva, ameaças e xingamentos.

A raiva pode ser apropriada em alguns momentos, mas se os pais se afundam mantendo este comportamento de ressentimento e negatividade com relação à falta de complacência da criança, eles podem causar um dano real ao autoconceito e bem estar infantil.

Nada produz mais falta de vontade, defensividade e apatia do que se sentir acusado e inadequado. Pense em alguma vez quando se sentiu assim. Isto fez com que você quisesse melhorar? (Este problema também aumenta entre casais adultos e cria uma atmosfera de não comunicação e não cooperação).

Este padrão destrutivo pode começar por causa da falta de efetividade e construtividade dos próprios pais em controlar a criança. É realmente triste, porque a maioria dos pais realmente ama profundamente seus filhos. Mas lembre-se, crianças são crianças, elas precisam aprender controle; você é o adulto, exemplo e líder deles.

É claro, se sua própria vida está fora de controle é óbvio que o exemplo que eles seguem não é um que trará bons resultados, e é especialmente injusto fazer deles o alvo de seu ataque. Mas, existem adultos que são muito organizados e sobre controle de suas vidas que mesmo assim são miseráveis porque não conseguiram fazer nenhum progresso com seus filhos.

Alguns podem conseguir complacência relutante das crianças utilizando palavrões, ameaças e punições, mas também conseguem, mesmo que timidamente, bastante ressentimento de volta.

Erros, rabugice, irritação ou comportamentos inapropriados, e uma variedade de outros meios de tortura são a forma das crianças te punirem por não tratá-las com o respeito e boa vontade com que você mesmo gosta de ser tratado.

Mas mais importante, eu acredito que o efeito mais prejudicial do uso de ameaças e punições é fazer com que não seja seguro para seu filho ser honesto com você. As pessoas carregam a agonia da culpa quando fazem algo errado, e sentem que não podem contar a ninguém porque pensam que os efeitos podem ser desastrosos se o fizerem. Então, precisamos permitir que as crianças "confessem seus pecados" e paguem penitência por eles de uma forma que eles possam tolerar.

Crie uma atmosfera entusiástica. Deixe seus filhos animados com as recompensas que vão ganhar se limparem seus quartos, manterem a casa organizada e fizerem suas tarefas. Deixe-os saber que a família é uma unidade de cooperação para a sobrevivência de todos, que eles são membros amados e valiosos da família e que mereceram este posto por serem uma parte que contribui para isto.

Organize um sistema de controle efetivo usando recompensas merecidas e elogios que sejam precisos e confiáveis para todos. Eu sugiro que seja feito um sistema de pontos que sejam somados, virando uma mesada que as crianças possam gastar com o que quiserem. Se eles querem aquele videogame, ou alguma outra coisa que seja realmente importante para eles, eles vão saber que consegui-la será um resultado direto de seus esforços.

Seja encorajador. Não faça com que se sintam mal quando errarem, mas quando o fizerem, tire pontos de recompensa. Deixe com que saibam que sempre haverá a semana que vem e que então farão melhor, mas não balance. Tem que ser tão real quanto como se eles estivessem indo para um trabalho e sendo pagos por produção. As regras acordadas devem ser mantidas e eles devem saber que são firmes. Isto tem que afetar diretamente o que eles consideram ser importante para suas sobrevivências.

Muitas famílias ricas e suas crianças têm tanto – demais! Tudo está lá sem que precisem fazer nenhum esforço de suas partes e têm tudo como garantido. Crie incentives que sejam crucialmente importantes para elas e faça com que aprendam a lição "participação = recompensa".

As tarefas para ganhar as recompensas podem mudar semanalmente e com mais de uma criança, o ganhador do maior número de pontos pode escolher suas tarefas favoritas e o com menos pontos fica com o que sobrar. Faça com que as tarefas em casa sejam compatíveis com a idade e habilidades das crianças para que elas tenham chances justas de ganhar.

Também consulte os interesses delas. Elas têm suas próprias razões e incentivos para manter seus quartos e a casa limpos? Converse com elas, pergunte-as, por exemplo, em que seria bom para elas e guie-as gentilmente a descobrir razões próprias para limparem o quarto, etc. Elas não precisam responder de uma vez, não fique frustrado, deixe-as pensar sobre o assunto.

Se elas quiserem pontos extras para merecer algo especial ou para melhorar sua pontuação, deixe trabalhos extras disponíveis além das obrigações que os ajudarão a consegui-los, como fazer uma das tarefas dos pais por um tempo ou algum projeto especial para a casa e família.

Se a criança fizer algo que merece um grande castigo, ao invés de deixá-la "presa na casinha do cachorro" por um longo tempo, deixe-a utilizar os trabalhos extras para ficar bem mais rapidamente.

Eu não acredito em tirar crianças de "eventos sociais" como uma forma de punição, especialmente se eles já estão organizados e preparados para tal. Assim como seus amigos ficariam ofendidos se você não fosse a festa deles, eles têm responsabilidades com os amigos também.

É importante que eles aprendam a honrar seus compromissos, mesmo que seja uma festa de aniversário de seis anos. Talvez um filme na Sexta-feira à noite seja uma possível recompensa pelos pontos ganhos, mas isto é algo que não é certo ou prometido até que os pontos sejam ganhos.

Quando responsabilidades, recompensas e punições são ocasionais e não específicas, quando não há consistência na rotina ou contagem das ações se fica confuso e não complacente, é mais provável que se chegue ao ponto de estar cheio.

Frases gritadas como "Você é um desajeitado completo". "Está de castigo por um mês" e "não vai ganhar a bicicleta que quer" são prejudiciais à relação entre pais e filhos. Tente não se afastar inadvertidamente do pai ou mãe amoroso que você realmente é.

E as crianças sabem – ou eles ganham a bicicleta de qualquer forma sem melhorarem se você é mole, ou vão simplesmente desistir apaticamente de ser uma parte do time se você negar completamente uma coisa que eles querem desesperadamente sem oportunidade de se redimir. Com os dois extremos você acaba sem o controle.

Crianças precisam e adoram o controle carinhoso e efetivo mesmo que reclamem dele. Apenas persista – eles serão vencedores no final e você também. Utilizando um sistema ajustado de recompensa – sendo positivo e firme com relação a ele – eles vão ganhar um censo alto de moral e competência pelo trabalho feito, e um senso real de realização quando eles realmente merecem suas recompensas.

Criar crianças é realmente um trabalho duro. Milagres podem acontecer com a atitude certa, boa comunicação e bons sistemas!

Fonte: www.organized-living.com

 


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Como fazer as crianças comerem direito

Geralmente, os pais tendem a confundir quantidade com qualidade na hora de preparar as refeições dos filhos e acabam se contentando em ver a garotada "raspando o prato". Existe uma grande diferença entre estar saciado e estar bem alimentado.

O grau de controle externo exercido pelos pais pode impedir que a criança aprenda sobre a sensação da fome e da saciedade, afetando o seu próprio controle de ingestão alimentar, resultando, assim, em alterações de seu peso. Resumindo, um controle restritivo e rígido por parte dos pais tende a prejudicar a capacidade da criança em se auto-regular. Inversamente, práticas de controle mais livres por parte dos pais promovem o desenvolvimento do amor-próprio e do autocontrole nas crianças.
A adequada introdução dos novos alimentos no primeiro ano de vida, com uma correta socialização alimentar a partir desse período, bem como a disponibilidade de variados alimentos saudáveis em ambiente familiar agradável, permite à criança iniciar a aquisição das preferências alimentares responsáveis pela determinação do seu padrão alimentar.

Veja algumas sugestões que poderão ajudar os pais na formação de bons hábitos alimentares em seus filhos, de acordo com Cristina Garcia Lopes, nutricionista formada
pela Universidade Federal de Viçosa:

1. Colocar pouca quantidade de comida no prato e garantir a repetição quando solicitada. Crianças nessa fase se adaptam melhor com pequenas porções de alimentos oferecidas várias vezes ao dia (5 a 6 refeições).

2. Manter um bom intervalo entre as refeições, dando tempo para que a criança sinta fome. Intervalos curtos geram recusas mais freqüentes, o que compromete a aceitação de determinados alimentos.

3. Evitar dar comida na boca. A criança deve participar ativamente do ato de comer.

4. Se um alimento é recusado, substituir por outro equivalente. Alguns dias depois, oferecer o alimento recusado novamente.

5. A criança tende à imitação: todas as atitudes de quem prepara e de quem oferece a refeição devem ser positivas e favoráveis para a formação de bons hábitos.

6. Não forçar a criança a comer nem utilizar a refeição como recompensa; essas práticas podem criar resistências difíceis de serem superadas.

7. Não facilitar o acesso a balas, doces e guloseimas.

8. Evitar alimentos gordurosos, açucarados e excessivamente temperados (exemplo: conservas e embutidos).

9. Observar se a recusa a alimentos vem de aspectos que não o sabor: temperatura elevada, cheiro desagradável ou forte, misturas de alimentos, temperos, tipo de corte etc.

10. Considerar causas normais de variações no apetite: maior ou menor grau de temperatura ambiental, maior ou menor atividade física, maior ou menor excitação psíquica, digestão mais rápida ou mais lenta da refeição anterior etc.

 


Quer saber mais sobre organização infantil? Leia o e-book: Como organizar quartos infantis e brinquedos

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5 Ideias de espaços para organizar brinquedos

Delimite áreas do quarto ou da casa específicas para brincar. Assim, você não passa o dia catando brinquedos pela casa.

Falta de espaço não é desculpa para deixar os brinquedos espalhados pelos armários da casa. Veja abaixo 5 idéias para aproveitar cada qualquer cantinho, usando a criatividade.

1. Corredor 
Instale bonitos e coloridos cestos gigantes ou caixas dobráveis ao longo do corredor mais largo da casa. Você pode usar as cores para organizar o tipo de brinquedo a ser guardado. Ex:laranja – bolas, vermelhobichos de pelúcia etc.

2. Varanda 
A antiga varanda da casa, que era pouco utilizada, foi transformada em uma brinquedoteca colorida. A tela de náilon garante a proteção

3. Quarto 
O cantinho da brincadeira foi criado no próprio quarto. Os brinquedos ficam guardados dentro das gavetas da escrivaninhacaixas coloridas, caixas com alça ou mesmo cabide para bonecas e para carrinhos. Livros infantis pendurados no móvel deixam o ambiente de leitura e brincadeiras ainda mais convidativo. Projeto da designer de interiores Susana Salles Brancaglion.

4. Na sala de tv 
Aproveite o móvel da sala para instalar gavetões  ou caixas padronizadas para guardar os brinquedos. A criança é orientada a encontrar o brinquedo que busca de acordo com o símbolo que decora a gaveta: estrela, peixe, flor, coração etc. Ótima idéia para crianças que não sabem ler ainda.

5- No banheiro da área de serviço 
Se você não tem empregada fixa e não tem mais espaço, que tal dar outro destino ao banheiro de empregada? Com uma bela cor na paredeprateleiras e caixas transparentes é possível fazer milagres!

Quer mais idéias para organizar os brinquedos? Visita a seção Infantil da loja virtual OZ!

 


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Como organizar bonecas

 

Bonecas são brinquedos que conquistam crianças e adultos e atravessam o tempo como objeto de desejo de todas as meninas. Para cuidar bem delas, é preciso seguir algumas dicas.

Nunca empilhe bonecas sem nenhuma proteção entre elas. Caso não possua a caixa ou embalagem original, siga alguma dessas sugestões:

* Utilize caixas transparentes para facilitar a identificação e tornar possível o empilhamento.
* Você pode ainda usar cabides com bolsos para pendurar as bonecas e seus acessórios.
* Uma outra solução é criar nichos nas prateleiras para depositar cada boneca, como garrafas num engradado.

Quanto aos acessórios da boneca, que geralmente são minúsculos e fáceis de se perder, guarde numa caixinha, saco ou bolso de tamanho apropriado.

Dicas para conservar bonecas
Se for preciso, faça uma limpeza na boneca. Para isso, use uma escovinha (pode ser uma escova de dentes antiga), sabão neutro ou detergente. Você pode a lavar a roupinha da boneca com sabão em pó.

Penteie e desembarace o cabelo da boneca. Ela vai ficar com cara de nova. Caso você tenha cortado o cabelo da boneca ou quebrado e perdido um bracinho, leve-a a um restaurador. Ele pode ‘implantar’ outro cabelo nela e substituir o membro ‘fraturado’.

 


Quer saber mais sobre organização de brinquedos? Leia o e-book: Como organizar Quartos Infantis e Brinquedos

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Como conservar carrinhos miniatura

Quem tem filhos provavelmente já se deparou alguma vez com dezenas de carrinhos espalhados pela casa.
Colecionar essas miniaturas é uma prática cada vez mais comum hoje em dia.
Conheça algumas dicas para ajudar a organizar a coleção de carrinhos.

Limpeza
As miniaturas são objetos frágeis e suas pinturas mais delicadas ainda, pois a camada é tão fina que qualquer coisa pode removê-la.

Limpe a parte externa com um pano macio e seco, se não adiantar, umedeça o pano, com água e um "pouquinho" de detergente neutro, e limpe com movimentos leves, para evitar estragar algum adesivo.

A parte interna deve ser limpa com cotonetes úmidos e depois seco com cotonetes secos, não deixe molhado, pois pode ocasionar mofo.

Se mesmo após a limpeza a pintura estive muito "apagada" coloque em uma flanela seca "bem pouquinho" de lustra móveis a base de silicone, não abrasivo, e passe em movimentos circulares, EVITANDO passar sobre os adesivos. Os resultados são muito bons.

Como guardar
Evite deixar seus carrinhos expostos ao pó, pois se assim for, você terá sérios problemas para mantê-la em bom estado.

As miniaturas têm tinta, têm pneus de borracha, etc, tudo isto é composto por derivados de petróleo, automaticamente, podem liberar gases que combinados com outros compostos do local de armazenamento podem ocasionar reações químicas que com o tempo podem danificar a miniatura. Neste caso, sempre tenha alguns cuidados, como abrir periodicamente o local de armazenamento, nem que seja por 1 minuto, para liberar os gases.

Se as prateleiras forem de vidro, não coloque a miniatura diretamente sobre o vidro, pois é muito comum o chamado "derretimento" dos pneus, que é ocasionado por reações químicas do vidro e da borracha, use uma base expositora, ou coloque uma simples "caixinha de fósforo" sob a mini, suspendendo-a.

Se as prateleiras forem de madeira pintada ou envernizada, coloque um feltro sobre a prateleira, forrando a mesma, evitando as reações químicas da tinta do expositor com as borracha das minis.

Uma outra opção para guardar os carrinhos é o cabide especial para esse uso, vendido na loja online OZ!.

Cada peça fica protegida da poeira no seu compartimento plástico e ao mesmo tempo, recebe ventilação, evitando danos aos carrinhos, causados pela reação química.

Outra dica importante é periodicamente, girar as rodas da miniatura, pois com o passar do tempo e o peso da miniatura estática, os pneus vão ovalando-se, portanto, um simples ato de girar a roda, mudando o locar de pressão já resolve.

Evite colocar suas miniaturas sob ação direta da luz, pois pode ocasionar o desbotamento da pintura, como ocorre nos carros reais, evite também o calor excessivo e a umidade.

Consertos rápidos
A alternativa para casos como quebra de partes plásticas é a utilização de colas fortes, estilo Super Bonder. Mas nunca coloque a cola diretamente no ponto a ser colado, pois é muito comum um excesso de cola sair e você "inundar" sua mini de cola, o que será uma trajédia irreparável…

Portanto, a dica é colocar um pouco de cola em uma tampinha e com um alfinete ou palito de fósforo ou dente, colher um pouco de cola e colocar no ponto a ser colado, até obter a fixação.

Em caso de pneus rachados, a dica é utilizar colas com base de silicone.


Quer saber mais sobre organização infantil? Leia o e-book Como organizar Quartos Infantis e Brinquedos

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