Outono chegou e agora?

Chegou o outono, estação que nos confunde um pouco pra se vestir. Tem dia que está calor, tem dia que está frio e tem dia que faz frio e calor ao mesmo tempo.
Por isso é difícil organizar o armário nessa época, mas vamos tentar ajudar com algumas dicas.
Primeiro passo, tire as roupas que ficaram guardadas durante o verão e deixe arejar antes de usá-lasNão tire todos os casacos super pesados porque você não vai ter espaço no armário. Deixe apenas um casaco e de dois a três casaquinhos leves ou jaquetas para dias mais frescos.

Tenha uma peça coringa sempre à mão como um vestido preto de malha. Se estiver calor, use com uma sapatilha; se estiver frio é colocar uma meia grossa, uma bota e um casaquinho por cima.

As botas são itens muito usados nessa estação. Botas de cano alto devem ser deixadas em pé em algum cantinho do quarto. Se não tiver espaço, deixe-as deitadas, mas evite dobrar o cano, isso pode estragar a bota. Para mantê-las em pé use aqueles suportes infláveis que ficam por dentro da bota como um enchimento.
Outras peças interessantes nessa época são os lenços porque são charmosos e servem tanto para o frio quanto para dias amenos. Para organizá-los, coloquem-os em caixa de tecido, enrolados na posição vertical.
Blusas de linha são uma boa pedida também. Elas devem ser dobradas em prateleiras ou gavetas, nunca penduradas nos cabides, pois ficarão deformadas com o passar do tempo.
Aproveite bem a estação!

Fonte: Vanessa Costa, Personal Organizer da @tudoseencaixa

Como evitar mofo nos armários

A aglomeração de roupas, malas, cobertores dentro dos armários é uma das causas do mofo.Se o móvel está muito cheio, o ar não consegue circular por ele, consequentemente a umidade que vem das paredes fica ali dentro, confinada e gruda nas nossas roupas.

Para evitar que o mofo impregne nas peças do vestuário, temos algumas dicas:

Primeiro de tudo, faça a organização básica do ambiente. Como sempre falamos, retire os itens que não usa mais e mande para doação. Com o armário vazio, passe uma mistura de água com vinagre ou com bicarbonato em todo o móvel. Deixe secar antes de recolocar as roupas.

Itens que não são muito usados como malas, cobertores e casacos muito grandes podem ser armazenados em embalagens à vácuo para não ter contato com as gotículas de água que ficam no ar; ou em sacos de tecido respirável, porque se o ar entrar ele precisa sair.

No meio das roupas que ficam nas prateleiras e gavetas, costumo usar bolinhas de cedro para evitar o mofo. O cedro é um tipo de madeira que absorve a umidade do local, por isso existem bolinhas, argolas para cabides e até mesmo o próprio cabide feito desse material.

Uma outra opção de desumidificador é o Moffim, aquele sachê de cristais que absorve a umidade do móvel ou do ambiente sem formar líquidos. Ele possui um ganchinho para ser pendurado no cabide e ainda pode ser descartado no lixo comum.

Espero que as dicas ajudem a conservar suas roupas.

Fonte: Vanessa Costa, Personal Organizer da @tudoseencaixa

Organize sua vida financeira. 10 regras para não entrar numa fria.

Quando falamos de dinheiro existem coisas certas e coisas erradas. Não é questão de opinião.Ou você gosta de dinheiro e faz a coisa certa, ou assume condutas erradas provando que a preservação do dinheiro não é uma prioridade pra você.

Quer ver alguns exemplos? Gastar menos do que ganha é certo. Informar a senha do cartão para um estranho é errado. Regras como estas são válidas em todo o mundo, qualquer que seja a língua, cultura ou país.

Neste contexto, qualquer pessoa que deseja ter uma vida financeiramente organizada precisa aprender a dizer não. Aqueles que dizem sim pra tudo quando o assunto é dinheiro, logo estarão sem dinheiro.

Para facilitar a vida de quem gosta de dinheiro eu costumo recomendar A Lista do Nunca. Esta lista contém um grupo de dez coisas que você NUNCA deve fazer e que se comprovaram de grande utilidade na vida das pessoas.

Espero que sejam valiosas também para você e sua família. Veja :

1. Nunca emprestar o seu nome para que outra pessoa financie um bem. Afinal, se ela não pagar, você é que será cobrado;

2. Nunca empreste uma folha de cheque, nem tomar emprestado. Emprestar um cheque é o mesmo que emprestar o dinheiro

3. Nunca peça adiantamentos de salário, benefícios ou restituição de impostos. Viva com o salário do mês, poupe as verbas extras.

4. Nunca conte com recursos que não foram confirmados. É melhor não comprometer o dinheiro que você nem recebeu ainda.

5. Nunca tome dinheiro emprestado da mão de agiota. Geralmente os métodos de cobrança utilizados por eles não são pacíficos.

6. Nunca seja fiador de outra pessoa. Na prática, os credores vão cobrar a dívida primeiro do fiador, deixando devedor principal em segundo plano.

7. Nunca utilize o limite do cheque especial. Se não tiver outra saída, prefira um empréstimo pessoal, pois a taxa é sempre mais baixa.

8. Nunca utilize o crédito rotativo do cartão de crédito. Pagar o mínimo da fatura significa que você está tomando emprestado o restante. E as taxas deste tipo de crédito são as maiores do mercado.

9. Nunca atrase as contas básicas da casa: aluguel, água, luz, telefone. Já pensou se forem cortadas?

10. Nunca financie um bem que custe menos do que o seu salário mensal. Com certeza você pode juntar este dinheiro, pagar à vista e com desconto.

 

Além destes, você pode ter outros que a sua experiência já demonstrou serem úteis. Assim você vai ampliar a sua lista colocando coisas do tipo:

Nunca emprestar dinheiro ao meu primo.  Pois ele não pagou da última vez.

Recomendo que você faça um acordo com a esposa/marido de que nunca farão nada disto. Cole esta lista em lugar visível e quando alguém pedir que você assuma uma destas condutas responda simplesmente:

– Não. Esta atitude simples pode elevar bastante o seu nível de organização financeira.

 

Grande abraço, 

 

Prof. Samuel Marques

Palestrante e Coach Financeiro

Como ganhar da poupança

No artigo anterior mostramos duas opções de investimentos que possuem características muito semelhantes à poupança, sendo a principal delas a garantia do FGCFundo Garantidor de Crédito. Mas como fazer para investir nessas opções?

duas formas de ganhar da poupança, a primeira opção é abrindo uma conta no banco que distribui esses tipos de produtos, nesse caso, o ideal para obter retornos maiores, seria abrir várias contas em bancos médios e pequenos para aproveitar a garantia do FGC, que garante as aplicações até R$ 70 mil, por instituição e por CPF.

A segunda forma de acesso é através das Corretoras de Valores, que se espelharam nos Estados Unidos e trouxeram para o Brasil o conceito de Shopping Center Financeiro, que nada mais é do que uma plataforma aberta de investimentos, onde é possível aplicar em Ações, Títulos do Tesouro Nacional, LCI’s, CDB’s e Fundos de Investimentos de diversas instituições, através de uma única conta.

Outro grande benefício para quem investe através de uma corretora é a possibilidade de efetuar aplicações iniciais em torno de R$ 1.000,00, valor considerado pequeno quando comparado com as aplicações mínimas exigidas pelos bancos, que costumam ser bem maiores. Por conta do grande número de clientes, as Corretoras possuem “poder de barganha” para negociar com os bancos os melhores produtos, com as melhores taxas e depois distribuir para os seus clientes, confirmado o ditado de que a união faz a força.

É importante destacar, que o papel das Corretoras de Valores é de intermediar a compra e venda de títulos financeiros, elas não exercem a função de um Banco Comercial, ou seja, não possuem cartões, cheques e nem efetuam empréstimos.

 

Carollyne Mariano; economista e sócia da Atlas Invest.
Perguntas e sugestões: carollyne.mariano@atlasinvest.com.br
www.atlasinvest.com.br

 


Esta matéria pode ser publicada gratuitamente em seu site, jornal, revista ou newsletter, desde que citada a fonte: www.organizesuavida.com.br. Se desejar publicar artigos e informações exclusivas entre em contato.”

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Seu casamento com as finanças em dia

No clima de olimpíadas, relacionamos dicas práticas de ouro, prata e bronze para realizar uma bela cerimônia de casamento sem estourar o orçamento da mais nova família.

O filho adolescente faz a pergunta cheio de curiosidade:

Pai, quanto custa um casamento?

O pai responde com certa ironia:

Não sei meu filho, estou pagando até hoje

A piada bastante conhecida entre os profissionais de finanças, ilustra as dificuldades de se calcular exatamente o custo de uma cerimônia de casamento. Visite uma feira do setor e você verá que existem opções de casamento pra todos os bolsos.

Detalhes do evento podem custar bem caro, como violinistas ao vivo, uma réplica de castelo medieval como local do evento, limusine para levar a noiva, véu e grinalda com luzes que acendem quando os noivos se beijam e muitos outras possibilidades.

Se você está pensando em se casar aqui vai a dica que vale ouro: antes de pensar em qualquer aspecto do evento, defina quanto quer gastar.

Um erro financeiro comum em nossa cultura é sair às compras sem ter clarona mente de cada envolvido – um limite de orçamento.

Sem uma conversa anterior do casal para saber o valor exato que desejam gastar, ficará difícil recusar os violinos. Afinal, são tão lindos e os músicos tão bem vestidos. A contratação ou não de um item pode gerar desentendimentos que, todos concordamos, não será nada produtivo ao jovem casal.

Assim, o primeiro passo é definir o valor a ser investido na cerimônia, festa ou recepção dos convidados. Se dentro deste valor é possível incluir uma novidade ótimo. Se não for, será descartado sem maiores discussões.

Depois da regra de ouro vem a regra de prata: contrate tudo com muita antecedência. Esta dica tem uma estreita ligação com o planejamento do evento. Desde os tempos da Bíblia, os noivos não calculam bem as quantidades. Neste caso, faltou vinho na festa e Jesus Cristo precisou fazer o seu primeiro milagre.

Caso você não tenha um convidado capaz de transformar água em vinho é melhor conversar muito com quem tem experiência no ramo, consultar duas ou três empresas para cada item e certificar-se da capacidade deles em entregar eventos com qualidade.

Se você optar por uma produção caseira, contando com amigos e familiares, o cuidado deve ser redobrado ao checar os detalhes de decoração, alimentos, bebidas, cerimonial e outros.

A regra de bronze é ter muita calma na hora de fazer as comprar para a nova residência. Você pode comprar o básico e depois adquirir novos itens conforme a necessidade vai surgindo.

Faça uma lista de presentes para os convidados e deixe nas lojas que disponibilizam o serviço pela internet. Facilita a vida de todos principalmente dos convidados que não precisam passar muito tempo escolhendo o presente, nem ficar na dúvida sobre o quanto ele vai agradar o casal ou não.

Depois disto, você verifica o que não ganhou e compra. Ah! Este cuidado também evita que você ganhe vários itens repetidos. Não é fácil decidir o que fazer com 5 panelas de pressão.

Agora que passamos por todas as dicas, vamos reunir o pódium pra relembrar:

Dica de ouro: defina o valor que será investido na sua festa;

Dica de prata: contrate tudo com antecedência;

Dica de bronze: tenha calma nas compras.

 

Tenho certeza que estes cuidados podem economizar um montante enorme de tempo e dinheiro do jovem casal.

 

 

Prof º Samuel Marques, advogado consultor em finanças pessoais e professor do curso “Organização Financeira” para OZ!

 


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Poupança é o único investimento seguro?

A Poupança representa 44% das aplicações dos brasileiros, sendo de longe o investimento mais comum, contudo, não é a melhor alternativa.

Popular por ser um investimento de fácil acesso e seguro, pois tem a garantia do FGC – Fundo Garantidor de Crédito em até R$ 70 mil reais por CPF e por instituição.

É importante salientar que a poupança só terá rendimento na data do aniversário da aplicação, quando esta completa 1 mês, assim, se por acaso houver o resgate antes do aniversário, a poupança não terá nenhum rendimento.

A poupança já não era um investimento muito rentável, agora com mais uma baixa da Selic, está rendendo ainda menos.  Entenda o que mudou na Poupança.

Há alternativas mais rentáveis que a poupança e com a mesma segurança, uma delas é o CDB – Certificado de Depósito Interbancário, que são depósitos utilizados como mecanismo para a captação de recursosdos bancos comerciais, que também tem a mesma garantia do FGC, assim como a Poupança e a LCI – Letra de Crédito Imobiliário (explicaremos melhor a seguir). 

A rentabilidade do CDB irá variar de banco para banco e o prazo pode ser diário, de 30 (como na poupança), 180, 360 ou 720 dias, sendo que os mais comuns são os pós-fixados que remuneram um percentual do CDI.

No CDB há incidência de IR sobre o rendimento e, para aplicações resgatadas em menos de 30 dias, há cobrança de IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras (trata-se de uma tabela decrescente em função do prazo, ou seja, quanto mais tempo o investidor deixar o dinheiro aplicado, menos IOF ele vai pagar e, a partir de 30 dias de aplicação, o imposto deixa de ser cobrado).

Apesar da incidência do IR os CDB's, em geral, rendem mais do que a Poupança, principalmente se o investidor aproveitar da garantia do FGC e aplicar em bancos menores, que costumam pagar de 103% a 105% do CDI, que após o desconto do IR de 22,5% (para aplicações até 180 dias), resulta emuma taxa líquida de 79,82% do CDI e 81,37% do CDI, respectivamente.

Outra aplicação pouco difundida é a LCI – Letra de Crédito Imobiliária, emitida pelos bancos para financiar o setor imobiliário, que tambémtem a garantia do FGC e alienação fiduciária do imóvel.

A liquidez da LCI, em geral, costuma ser de 90 a 720 dias e não há  incidência de IR, assim como a poupança. A rentabilidade da LCI, normalmente, é um percentual do CDI, que varia conforme o banco emissor e o prazo. Atualmente, é possível encontrar LCI's que rendem uma taxa líquida em torno de 92% a 95% do CDI. 

Em resumo:

Poupança – risco baixo, garantia do FGC, isenta de IR e o retorno esperado de 70% da SELIC  + TR.

CDB – risco baixo, garantia do FGC, tem incidência de IR e o retorno depende do percentual contratado que varia de uma taxa bruta (antes do IR) de 90% a 105% do CDI.

LCI – risco baixo, garantia do FGC, isento de IR e retorno depende do percentual contratado que varia de uma taxa líquida de 88% a 95% do CDI.

* o CDI costuma acompanhar de perto a taxa SELIC.

 

Abaixo, segue simulação de aplicação de R$ 10 mil reais na Poupança, LCI e CDB no período de um ano, de junho de 2011 a junho 2012. 

Notem a grande diferença na rentabilidade de investimentos com características e garantias muito semelhantes. É preciso buscar conhecimento e se organizar para não deixar de ganhar dinheiro por conta da comodidade da Poupança.

 

Carollyne Mariano; economista e sócia da Atlas Invest.
Perguntas e sugestões: carollyne.mariano@atlasinvest.com.br
www.atlasinvest.com.br

Como organizar uma área de serviço com pouco espaço?

As áreas de serviço, quando existem, estão cada vez menores, mas nelas ainda é preciso organizar o impensado. Esse é o espaço da casa que deve ter lugar para armazenar roupas suja e para passar, espaços para vassouras, rodo, baldes, produtos de limpeza, sapatos e outros itens. Por isso, acompanhe as dicas e tenha uma área de serviço limpa e organizada, mesmo que o espaço destinado a ela seja mínimo.

1. Organizando com cestos: cestos de vime são ótimos para armazenar as roupas sujas e para passar, mas se sua lavanderia é muito pequena, o melhor mesmo é optar por peças dobráveis feitas de tecido e com puxadores de metal. Versáteis, elas ocupam menos espaço que os cestos de vime e quando não estão em uso podem ser dobradas e guardadas dentro dos armários.

2. Categorizando e organizando as roupas: crie critérios para os cestos, por exemplo: para roupas sujas, utilize os que ficam embaixo do tanque e têm sacolas removíveis que facilitam a colocação da roupa na máquina de lavar. Não se esqueça de ter um para as roupas coloridas e outro para as peças brancas. Os que ficarem dentro dos armários e em uso poderão acomodar as roupas para passar.

3. Carrinhos e centros de lavanderia:existem os carrinhos para roupas com três divisórias. Estes são também práticos de usar. Por exemplo, organize as roupas para lavar de maneira criteriosa nas divisórias destinando usos específicos, ou seja, uma divisória para as roupas de cor, outra para as roupas brancas e outra para as roupas do bebê.

4. Organizando os sapatos: quem prefira guardar os sapatos longe dos guarda-roupas. Nesse caso, a indicação é ter uma ou mais sapateiras na própria área de serviços. Elas podem ser colocadas atrás da porta. Quem tiver um pouco mais de espaço pode escolher sapateiras que ficam em no chão e que cabem em qualquer cantinho. Além de guardar os sapatos essas peças possibilitam que os calçados recebam ventilação.

5. Gavetas para itens pequenos: se tiver armários de sobra, mas sem gavetas para guardar miudezas (sabão em pedra, em , detergente, e outros itens), opte pelas gavetas prontas. Assim, você terá tudo muito organizado. não se esqueça de ter uma gaveta também para os produtos abertos e que estão em uso.

6. Se o problema for a falta de estantes, saiba que existem vários modelos prontos no mercado. Elas são excelentes opções para organizar tudo.

 

Elaine Hipólito,  para OZ!


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Como utilizar melhor a restituição do imposto de renda

Pessoas organizadas separam o seu dinheiro conforme o uso. Um dinheiro é pra gastar, outro é pra guardar; dinheiro pra se divertir é diferente do dinheiro pra garantir uma renda no futuro.

Neste contexto a restituição do imposto de renda é um dinheiro que pode ser bem aproveitado para engordar as aplicações destinadas a um objetivo especifico.

Se você está guardando dinheiro para uma viagem, ou para trocar de carro, a restituição do IR pode ser um ótimo reforço para que você alcance este objetivo mais rápido.

É um dinheiro com o qual você não contava e pode contribuir com um projeto em andamento.

Por outro lado, se você antecipou os valores da restituição com o seu banco, espero que tenha sido bem utilizado pois agora este dinheiro tem outro dono

Mas não desanime. Ano que vem, tente não antecipar os valores e programe um uso bem interessante no momento da restituição.

 

Prof º Samuel Marques, advogado consultor em finanças pessoais e professor do curso “Organização Financeira” para OZ!

 


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